- O presidente Donald Trump disse, em publicação na Truth Social, que o Irã estaria cobrando pedágio para petroleiros no estreito de Ormuz e pediu que parasse.
- Não há detalhes públicos sobre o mecanismo, valores ou aplicação; relatos indicam possível cobrança de até US$ 2 milhões por navio.
- Trump afirmou que os Estados Unidos ajudarão a desafogar o tráfego na passagem e chegou a mencionar uma possível joint venture com Teerã.
- A notícia também menciona críticas do Kuwait a ataques do Irã contra instalações petrolíferas, considerados violação de soberania e do direito internacional.
- Mesmo com cessar-fogo regional, há tensões e alertas sobre ataques de mísseis vindos do Irã na região do Golfo.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a comentar a cobrança de pedágios no estreito de Ormuz. Ele publicou na Truth Social que há relatos de taxas cobradas a petroleiros que cruzam a passagem estratégica e afirmou que, se existirem, devem ser interrompidas imediatamente.
Até o momento, não há detalhes públicos sobre como funcionaria a cobrança, nem valores confirmados. Persistem relatos de que o Irã exigiria até US$ 2 milhões por navio, mas não houve confirmação oficial.
Reação de Washington
Em publicação separada, Trump disse que os EUA podem ajudar o Irã a desafogar o tráfego na rota, chegando a mencionar uma parceria com Teerã para esse fim.
Contexto regional e discurso diplomático
O governo americano não detalhou planos adicionais. O tema ocorre mesmo com o cessar-fogo entre EUA e Irã e com tensões no Golfo, que seguem sob observação internacional.
Situação no Golfo e comunicações de aliados
Os países vizinhos do Irã, como o Kuwait, começaram a alertar sobre ataques com mísseis atribuídos ao regime persa, causando preocupação regional e impactos nas instalações petrolíferas.
Reações diplomáticas e cenário atual
O Ministério das Relações Exteriores do Kuwait classifica as ações como violação de soberania e direito internacional, reforçando que ataques podem colocar em risco esforços de paz na região.
O governo kuwaitiano afirmou que a continuidade desses ataques prejudica os acordos internacionais em curso e as tentativas de estabilizar a região.
Observação final
As autoridades nacionais não divulgaram novos detalhes sobre eventuais medidas ou cronogramas adicionais, mantendo o tom informativo sem especulações.
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