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Brasil assina acordo de cooperação contra crime organizado com os EUA

Acordo eleva troca de informações com os Estados Unidos e prevê raio-X remoto em contêineres para identificar armas e drogas em trânsito

Acordo entre EUA e Brasil foi anunciado pelo ministro da Fazenda
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  • Brasil fechou acordo de cooperação com os Estados Unidos para combater o crime organizado e aumentar a troca de informações entre os dois países.
  • O acordo envolve a Receita Federal e o U.S. Customs and Border Protection (CBP).
  • O objetivo é fortalecer cooperação em inteligência e inteligência financeira, tornando Brasil e EUA mais seguros.
  • Um programa previsto permite o remote targeting, ou raio‑x remoto, para identificar cargas de armas e drogas em contêineres que saem dos portos dos EUA, sem necessidade de viagens.
  • A iniciativa seria o primeiro passo relevante após conversa entre os presidentes Lula e Trump sobre ampliar a cooperação no combate ao crime organizado.

O governo federal fechou um acordo de cooperação com os Estados Unidos para combater o crime organizado e ampliar a troca de informações entre as duas nações. A parceria envolve a Receita Federal e o U.S. Customs and Border Protection.

De acordo com o ministro da Fazenda, Dario Durigan, o acordo facilita a cooperação integrada em áreas de inteligência e inteligência financeira. As medidas visam tornar o Brasil e os EUA mais seguros.

Durigan destacou o avanço no compartilhamento de informações que antes não existia. O acordo marca o que ele chamou de primeiro passo relevante após a conversa entre os presidentes Lula e Trump.

Um dos programas previstos permite que autoridades brasileiras e norte-americanas atuem a distância, sem viagens ou intercâmbio. O objetivo é ampliar operações conjuntas com maior rapidez.

Chama-se remote targeting a iniciativa que permite consultar contêineres que saem dos portos dos EUA. A tecnologia funciona como um raio‑x para identificar armas e drogas em trânsito.

Segundo Durigan, a partir do raio‑x inicial há uma informação de inteligência que, combinada com dados brutos, é enviada de forma digital ao Brasil, mantendo fluxo contínuo entre os países.

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