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JD Vance alerta Irã a não ‘brincar’ com EUA durante negociações no Paquistão

Vance parte para negociações com o Irã em Islamabad, advertindo que, se houver jogadas, o time de negociação não será receptivo

Vice President JD Vance speaks to the press before boarding Air Force Two, Friday, April 10, 2026, at Joint Base Andrews, Md., for expected departure to Pakistan, for talks on
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  • Vice-presidente JD Vance partiu para Islamabad para liderar negociações com o Irã, buscando encerrar a guerra; ele avisou que, se o Irã negociar de má-fé, a equipe de negociação não ficará receptiva.
  • Vance disse que recebeu diretrizes claras de Donald Trump sobre como as conversas devem ocorrer, embora não tenha detalhado. A viagem reúne também Steve Witkoff e Jared Kushner, que já participaram de três rodadas de negociações indiretas com o Irã.
  • O formato das negociações não foi divulgado pela Casa Branca, que não estabeleceu expectativas específicas para o encontro; é um momento incomum de alto envolvimento dos EUA com o governo iraniano desde 1979.
  • O cessar-fogo permanece frágil, com diferenças entre as demandas do Irã e as posições dos EUA e de Israel, em meio a pressões internas nos EUA para encerrar o conflito.
  • No cenário internacional, o primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, criticou a fragilidade do cessar-fogo e pediu cooperação europeia; na Gaza, o premiê israelense, Benjamin Netanyahu, expulsou a Espanha do centro de monitoramento da região.

Vice Presidente JD Vance adverte Irã durante viagem a Islamabad

O vice-presidente JD Vance avisou o Irã para não “brincar” com os EUA, enquanto segue para negociações mediadas na capital do Paquistão. O objetivo é encerrar o conflito que já dura seis semanas.

Vance viaja com o envio de Washington para encontrar uma solução. O missionário está entre as figuras mais reticentes a intervenções militares fora do país, segundo relatos oficiais. Ele não respondeu a perguntas de jornalistas ao embarcar.

A missão acontece em meio a uma trégua instável e a divergências entre Teerã e Washington, com apoio de Israel. O governo americano pressiona por um desfecho rápido, diante de pressões internas para encerrar o embate.

A comitiva também inclui Steve Witkoff, enviado especial de Trump, e Jared Kushner, genro do presidente. Eles já participaram de três rodadas de negociações indiretas com representantes iranianos sobre nuclear e armas de alcance intermediário.

O governo norte-americano não detalhou o formato das conversas, se serão diretas ou indiretas, nem definiu expectativas específicas para o encontro. A presença de Vance marca um raro contato de alto nível com o governo iraniano.

Desde a Revolução Islâmica de 1979, a interação direta mais recente ocorreu em 2013, quando o então presidente Barack Obama ligou ao recém-eleito Hassan Rouhani para discutir o programa nuclear do Irã.

Ceasefire é considerado frágil pela liderança britânica

O primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, manteve conversas com autoridades do Catar sobre a trégua no conflito no Irã, descrevendo o cessar-fogo como frágil e dependente de soluções para o estreito de Hormuz.

Starmer afirmou que há necessidade de maior participação europeia na estratégia de estabilidade regional. Ele ressaltou a importância de manter rotas marítimas abertas para o comércio.

A conversa ocorreu em meio a críticas do presidente Trump à aliança da OTAN, após ele classificar a aliança de “papel de frasco” e sugerir que alguns membros não estariam prontos para agir em caso de nova crise.

Líderes europeus permanecem na linha de apoio à trégua, buscando reduzir hostilidades na região, manter o canal de diálogo com Washington e preservar bases estratégicas.

Israel expulsa Espanha de órgão de monitoramento em Gaza

Israel expulsou a Espanha de um órgão internacional liderado pelos EUA para monitorar a implementação do acordo de paz em Gaza. Netanyahu citou divergências reiteradas com o país europeu.

O centro de coordenação, em Kiryat Gat, envolve cerca de 200 tropas americanas ao lado de militares israelenses e delegações de outros países. A função é acompanhar estabilização e reconstrução em Gaza.

Netanyahu afirmou que não permitirá que países com políticas anti-Israel participem das operações na região, prometendo medidas imediatas contra quem desafiar a posição de Israel.

Fonte: AP

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