- Benjamin Netanyahu afirmou que quer negociações diretas com o Líbano sobre o desarmamento do Hezbollah e a construção de relações pacíficas o quanto antes, em meio ao segundo dia do cessar-fogo.
- Os EUA, sob o governo de Donald Trump, alertaram o Irã para não cobrar taxas de petroleiros no Estreito de Ormuz e reclamaram da situação de tráfego na hidrovia.
- Diplomatas relatam que Trump pressionou a Otan por medidas concretas e urgentes para garantir a segurança do Estreito de Ormuz; a Otan afirma oferecer apoio, mas não foi informada sobre planos de guerra entre EUA e Israel com o Irã.
- No Oriente Médio, Kamal Kharazi, assessor de Política Externa do líder iraniano, morreu dias após ter sido ferido em ataque atribuído a uma operação conjunta EUA-Israel; a Organização Mundial da Saúde pediu a revogação de ordens de desocupação de dois hospitais em Beirute.
- Em Israel, sirenes foram acionadas após ataque do Hezbollah, que afirmou ter atingido infraestrutura militar em Haifa; o míssil foi interceptado segundo veículos de imprensa. A produção de petróleo na Arábia Saudita caiu cerca de seiscentos mil barris por dia.
O segundo dia de cessar-fogo entre EUA e Irã trouxe novidades distintas sobre a região. O tema central envolve tensões entre Israel, Irã e Hezbollah, além de impactos na ordem regional e no abastecimento de petróleo. Houve relatos de ataques, movimentações diplomáticas e medidas de segurança em várias áreas.
Israel sinalizou a intenção de iniciar negociações diretas com o Líbano sobre o desarmamento do Hezbollah e a melhoria das relações, buscando um caminho de paz o mais rápido possível. A declaração ocorreu após o bombardeio no Líbano que deixou mais de 300 mortos, ocorrido na véspera do anúncio.
Nos Estados Unidos, o presidente Donald Trump alertou o Irã sobre cobranças de pedágio aos petroleiros no Estreito de Ormuz e criticou o tráfego na hidrovia, apontando falhas na condução do cessar-fogo. Diplomatas próximos ao assunto sinalizam pressões para ações rápidas e eficazes.
Oriente Médio
Kamal Kharazi, assessor de Política Externa do líder iraniano, faleceu após ferimentos em ataque atribuído ao contexto de operações conjuntas EUA-Israel. Em Beirute, a OMS pediu que Israel revogue a desocupação de dois hospitais, alegando inviabilidade operacional. A Guarda Nacional do Kuwait informou danos materiais por drones hostis, sem feridos.
O Hezbollah afirmou ter atacado infraestrutura militar israelense em Haifa, e sirenes de alerta foram acionadas em Tel Aviv. O Exército de Israel confirmou o disparo de um míssil que foi interceptado, enquanto o grupo chiita não confirmou a autoria do ataque citado.
Produção de petróleo
A SPA, agência estatal da Arábia Saudita, informou queda na produção do reino de cerca de 600 mil barris/dia e redução no fluxo do Oleoduto Leste-Oeste em aproximadamente 700 mil barris/dia, em consequência de ataques a instalações energéticas. A origem dos ataques não foi oficialmente confirmada pela SPA, mas há histórico de interceptação de mísseis e drones iranianos.
Fontes ouvidas pela CNN apontam que ataques atingiram campos, refinarias e infraestrutura de energia em várias regiões, elevando preocupações sobre o fornecimento global de petróleo diante do aparato militar na região.
*(Com informações de repórteres da CNN e CNN Brasil)*
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