- A China afirmou que não tolerará a independência de Taiwan e responsabiliza a ilha pela tensão na região.
- O presidente Xi Jinping reuniu-se com Cheng Li-wun, líder da oposição de Taiwan, no Grande Palácio do Povo, para discutir a reunificação.
- Xi destacou que os dois lados do estreito pertencem a uma só China e pediu harmonia, cooperação e paz.
- Taiwan diz que seu futuro deve ser decidido pelo povo e que não aceitará pressão chinesa.
- O governo de Taiwan afirmou que só conversa com o governo democraticamente eleito de Taipé, enquanto a China permanece sem tratar com Lai Ching-te.
A China afirmou que não tolerará a independência de Taiwan, atribuindo à ilha a responsabilidade pelas tensões na região. O presidente Xi Jinping recebeu Cheng Li-wun, líder da oposição taiwanesa, em Beijing, para discutir a reunificação.
No encontro realizado no Grande Salão do Povo, Xi reforçou a ideia de que ambos os lados pertencem a uma só China e pediu harmonia e cooperação. Ele afirmou que a paz é preciosa mesmo em um cenário de disputas.
Cheng Li-wun, presidente do Kuomintang, está em missão de paz para reduzir as tensões em um momento de maior pressão militar de Pequim sobre Taipei. A visita ocorre enquanto Taiwan ressalta que seu futuro cabe ao povo taiwanês.
Segundo a narrativa oficial, Xi destacou que a independência de Taiwan seria a principal ameaça à paz no estreito. O governo chinês mantém a posição de não negociar com o governo de Taipei, considerado separatista por Pequim.
Chiu Chui-cheng, líder político de Taiwan responsável pela China, disse a repórteres que apenas o povo de Taiwan pode decidir seu futuro, e que a China deveria dialogar com o governo democraticamente eleito em Taipé.
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