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Empresário suspeito de financiar atos de 8 de janeiro é preso nos EUA

Empresário acusado de financiar os atos de oito de janeiro é preso nos Estados Unidos pelo ICE, dois dias após deixar o país

Esdras Jônatas dos Santos é acusado de financiar atos do 8 de janeiro. (Foto: Reprodução/Instagram)
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  • Esdras Jônatas dos Santos foi preso nos Estados Unidos pelo ICE, alvo de mandado de prisão em aberto relacionado aos atos de 8 de janeiro de 2023.
  • Ele deixou o Brasil dois dias após o episódio em Brasília e foi detido na última quinta-feira (9) ao sair da residência.
  • A Polícia Federal o aponta como um dos principais líderes e organizadores do acampamento montado em frente ao 4º Comando do Exército, em Belo Horizonte.
  • Por ordem do Supremo Tribunal Federal, suas contas bancárias foram bloqueadas, o passaporte cancelado e ele está proibido de usar redes sociais.
  • O empresário afirma não ter participado dos atos em Brasília e disse ter entrado apenas em um dos ônibus que saíram de Belo Horizonte para, segundo ele, orar pelas pessoas que seguiam viagem.

Esdras Jônatas dos Santos, empresário acusado de financiar atos ocorridos em 8 de janeiro de 2023, foi preso nos Estados Unidos pelo ICE, o Serviço de Imigração e Alfândega. A detenção ocorreu enquanto ele deixava a residência na última quinta-feira, 9 de janeiro, dois dias após o episódio em Brasília, segundo informações apuradas pelo portal UOL. Ele segue com um mandado de prisão em aberto.

A PF o aponta como um dos principais líderes e organizadores do acampamento montado em frente ao 4º Comando do Exército, em Belo Horizonte. Por determinação do Supremo Tribunal Federal, suas contas bancárias foram bloqueadas, os passaportes cancelados e ele foi proibido de usar redes sociais.

Esdras sustenta que não participou dos atos em Brasília, afirmando ter entrado apenas em um dos ônibus que partiram de Belo Horizonte para a capital federal com o objetivo de orar pelas pessoas que seguiam viagem. A prisão nos EUA foi precedida de denúncias feitas meses antes por Mariel Marra, advogada de outros réus do 8 de janeiro, aos serviços de cidadania dos EUA (USCIS) e aos canais consulares do Itamaraty.

Contexto e desdobramentos

Não foram divulgadas informações oficiais sobre os motivos específicos da prisão nem se há acusações adicionais no território americano. A situação envolve coordenação entre autoridades brasileiras e norte-americanas, com tramitações legais ainda em andamento.

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