- O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o estreito de Ormuz será reaberto em breve.
- A declaração ocorreu antes das negociações com o Irã em Islamabad, Paquistão, marcadas para este fim de semana.
- Trump disse que a reabertura ocorrerá de forma automática, afirmando que “isso vai se abrir automaticamente” e que outros países usam o estreito.
- As negociações entre Estados Unidos e Irã contarão com a participação do vice-presidente, J. D. Vance, representando os EUA; autoridades iranianas também participarão.
- Sobre o acordo, Trump disse que a prioridade é impedir que o Irã desenvolva armas nucleares e que, sem arma nuclear, “isso é 99% da questão”.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou na sexta-feira que o estreito de Ormuz será reaberto em breve. A declaração foi dada antes das negociações previstas entre Washington e Teerã em Islamabad, no Paquistão, neste fim de semana. A liberação da passagem seria automática, segundo o presidente.
Trump disse que a abertura ocorrerá de forma automática e que os EUA não utilizam diretamente o estreito, pois outros países o utilizam. A expectativa é de que o estreito fique com livre trânsito em breve, conforme a versão apresentada pelo mandatário.
As negociações entre EUA e Irã acontecerão na capital paquistanesa. Representam o governo americano o vice-presidente J. D. Vance, enquanto as autoridades iranianas também participarão. O objetivo, segundo o presidente, é evitar o desenvolvimento de armas nucleares pelo Irã.
Negociações entre EUA e Irã em Islamabad
Trump destacou que a prioridade é impedir o Irã de obter armas nucleares, ressaltando que, sem esse objetivo, 99% da questão estaria resolvida. O presidente também mencionou que não vê necessidade de planos alternativos no momento e desejou boa sorte ao representante americano antes do início das tratativas.
O chefe do Executivo americano afirmou ainda que os Estados Unidos já utilizaram de forma anterior medidas de pressão contra o Irã. A fala ocorreu antes do início oficial das negociações, que devem discutir questões de segurança regional e desaceleração de planos nucleares.
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