- O primeiro-ministro Viktor Orbán admitiu a derrota do seu partido, Fidesz, nas eleições parlamentares da Hungria, classificada por ele como dolorosa.
- O resultado encerra 16 anos de mandato de Orbán, figura de destaque no movimento de direita global.
- A oposição, liderada por Péter Magyar, com o partido Tisza, aparece como vitoriosa na leitura inicial dos resultados.
- Estimativas apontam o Tisza com entre 131 e 139 assentos no Parlamento, aproximando-se de uma maioria qualificada de dois terços.
- O Fidesz é previsto ficar entre 59 e 67 cadeiras, em um total de 199 assentos.
O primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán, reconheceu que o seu partido, Fidesz, sofreu derrota nas eleições parlamentares. Ele classificou o resultado como doloroso e afirmou que irá atuar a partir da oposição para servir à nação.
Em Budapeste, Orbán reconheceu a derrota diante de apoiadores, dizendo ter parabenizado o partido vitorioso. A declaração marca o fim de 16 anos no poder de Orbán, figura central de uma linha política de direita e alinhada, em diferentes momentos, a Washington e a Moscou.
Resultados preliminares indicam vitória do Tisza, liderança da oposição sob Péter Magyar, com estimativa de 131 a 139 cadeiras no Parlamento. O Fidesz seria responsável por 59 a 67 cadeiras, em um total de 199 assentos. Os números decorrem de pesquisa de grande amostra realizada nos últimos três dias.
Resultados eleitorais ainda não finais
- Mudança significativa na composição do Parlamento pode redefinir o contorno do governo húngaro.
- A apuração segue em andamento, com dados oficiais ainda aguardados.
Parcerias e desdobramentos políticos deverão ser confirmados conforme o escrutínio avançar, mantendo o foco na formação da nova maioria parlamentar e na definição do próximo primeiro-ministro.
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