- Estados Unidos suspenderam sanções contra o Banco Central da Venezuela e mais três instituições financeiras venezuelanas, permitindo transações e serviços financeiros.
- A medida, anunciada pelo Departamento do Tesouro, visa facilitar o comércio, as transações financeiras e a entrada de ajuda humanitária.
- A suspensão não implica reconhecimento do governo venezuelano e é tratada como medida temporária para facilitar o diálogo entre os dois países.
- A decisão ocorreu após negociações entre representantes dos EUA e da Venezuela e pode desbloquear recursos que estavam bloqueados.
- O governo venezuelano saudou a medida, afirmando que pode contribuir para a normalização das relações bilaterais e para a estabilidade regional.
O governo dos EUA suspendeu nesta quarta-feira (14) sanções econômicas contra o Banco Central da Venezuela e mais três instituições financeiras do país, autorizando transações financeiras com essas entidades. A medida, anunciada pelo Departamento do Tesouro, visa facilitar o comércio entre as duas nações e permitir o acesso a recursos bloqueados.
Segundo o Tesouro, a decisão decorre de negociações entre EUA e Venezuela e busca promover estabilidade econômica no país e facilitar a entrada de ajuda humanitária. A suspensão permite que o Banco Central venezuelano realize transações internacionais.
A medida não representa reconhecimento do governo venezuelano, segundo os EUA, sendo uma medida temporária para estimular o diálogo. O anúncio ocorre após uma reunião entre representantes de ambos os lados na semana anterior.
Detalhes da medida
- O Tesouro libera fundos bloqueados e autoriza operações financeiras com o Banco Central da Venezuela e as demais instituições.
- A expectativa é que a liberação reative fluxos comerciais e ajude a normalizar relações bilaterais, mantendo o foco na cooperação econômica.
A Venezuela enfrenta inflação alta, escassez de bens e uma crise humanitária de longa data. O governo venezuelano afirmou que a decisão pode favorecer a recuperação econômica e a estabilidade regional.
A AFP é a fonte da apuração desta notícia.
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