- Milhares de pessoas reuniram-se em Teerã, em apoio ao governo iraniano e contra o bloqueio do Estreito de Ormuz pelos Estados Unidos, no dia 13.
- Zahra, dona de salão de 32 anos, afirmou que as ameaças de Donald Trump são vazias e que não há medo.
- O presidente americano anunciou bloqueio aos navios que saem dos portos iranianos; Teerã avisou que pode retaliar portos de vizinhos no Golfo.
- Um oficial dos Estados Unidos disse que o diálogo com o Irã continua e que há progresso em busca de um acordo; o primeiro-ministro paquistanês, Shehbaz Sharif, também afirmou que os esforços seguem.
- A imprensa estrangeira no Irã opera sob diretrizes do Ministério da Cultura e Orientação Islâmica.
Milhares de pessoas participaram de um protesto em Teerã na segunda-feira, apoiando o governo iraniano e rejeitando o bloqueio do Estreito de Ormuz pelos Estados Unidos. A manifestação ocorreu no centro da capital e reforçou o apoio às autoridades locais.
Uma moradora de 32 anos, proprietária de um salão de beleza, disse que as ameaças de Donald Trump são vazias porque promessas anteriores não foram cumpridas. Ela afirmou que o Irã não teme pressões externas.
Diálogo sobre o conflito
O presidente dos EUA anunciou que liberou o bloqueio de navios que partem dos portos iranianos, provocando retaliação iraniana aos portos de vizinhos do Golfo após falhas em negociações recentes. As informações oficiais sugerem uma escalada de leitura mútua de objeções.
Um funcionário norte-americano informou que o diálogo com o Irã continua e que há sinais de avanço rumo a um acordo. O primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif, também indicou que os esforços para reduzir o conflito continuam.
A imprensa estrangeira no Irã atua sob diretrizes do governo, o que regula permissões e coberturas na imprensa do país. Não houve confirmação de novas medidas além das já citadas.
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