- Macron afirmou ter conversado na segunda-feira, 13, com os presidentes dos EUA e do Irã, Donald Trump e Masoud Pezeshkian, respectivamente, e pediu a retomada das negociações após a primeira rodada terminar sem acordo.
- O presidente francês defendeu a continuidade das negociações interrompidas em Islamabad, para esclarecer Mal-entendidos e evitar nova escalada, destacando a necessidade do cessar-fogo ser respeitado, inclusive no Líbano.
- Macron ressaltou a importância da reabertura incondicional do Estreito de Ormuz, sem controles ou pedágios, para acelerar as negociações.
- França e Reino Unido realizarão videoconferência na sexta-feira, 17, com representantes de seus governos para planejar uma missão defensiva que restabeleça a liberdade de navegação no estreito, quando houver segurança.
- A imprensa iraniana citou Pezeshkian dizendo que exigências excessivas e falta de vontade política dos EUA atrapalham um acordo, e que abordagens baseadas em ameaças aumentam a complexidade da situação.
Emmanuel Macron pediu a retomada das negociações sobre o conflito entre EUA e Irã, após a primeira rodada terminar sem acordo. O presidente da França afirmou conversar na segunda-feira com Donald Trump e Masoud Pezeshkian, respectivamente, sobre a necessidade de esclarecer mal-entendidos e evitar nova escalada. O foco central foi manter o cessar-fogo.
Segundo Macron, é essencial que o cessar-fogo seja observado por todas as partes, incluindo o Líbano. Ele ressaltou ainda a importância da reabertura do Estreito de Ormuz, sem barreiras ou cobranças, para facilitar futuras negociações e reduzir tensões na região.
A França e o Reino Unido planejam uma videoconferência na sexta-feira para alinhar uma possível missão defensiva destinada a restabelecer a liberdade de navegação no estreito assim que houver segurança suficiente. O objetivo é facilitar o retorno das negociações entre Washington e Tóquio? não, entre EUA e Irã, com apoio internacional.
A imprensa iraniana citou Pezeshkian, que apontou que exigências excessivas e falta de vontade política de autoridades americanas dificultaram um acordo. O chanceler iraniano ressaltou que, segundo a visão do governo, abordagens de pressão não ajudam e podem agravar as questões já existentes.
Entre os desdobramentos, Pezeshkian indicou que questões legais e o cumprimento do direito internacional devem orientar o diálogo. O comunicado ressalta que avanços dependem de disposições claras e de garantias de segurança para a navegação no estreito.
A pauta também envolve a potencial atuação de uma missão de proteção marítima apoiada por França e Reino Unido, com participação de representantes governamentais. A iniciativa visa restabelecer a liberdade de trânsito no Estreito de Ormuz quando as condições permitirem.
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