- Trump recusou pedir desculpas após atacar o Papa Leo XIV por causa da guerra no Irã, mantendo que o Pontífice é fraco no crime.
- A premiê italiana Giorgia Meloni chamou as palavras de Trump de inaceitáveis e apoiou, de forma rara, a defesa do Papa.
- Meloni afirmou que Leo XIV é chefe da Igreja Católica e tem o direito de falar contra a guerra e promover a paz.
- O Papa, em viagem internacional que passa por África, disse ter o dever moral de falar contra a war e defender o diálogo entre as nações.
- Leo XIV foi eleito em abril de 2025 após quatro votações; sua atuação enfatiza paz, justiça e verdade na diplomacia vaticana.
Trump se recusou a pedir desculpas ao Papa Leo XIV após críticas ao pontífice por condenar a guerra no Irã. A defesa veio mesmo diante de uma tentativa italiana de distensão com o Vaticano.
A primeira-dama das críticas partiu de Trump, que chamou o Papa de fraco em combate ao crime. O episódio ocorreu dias após o Papa denunciar uso de força em conflitos internacionais.
A presidente italiana Giorgia Meloni reagiu, dizendo que as palavras do Papa, defensor da paz, são aceitáveis. Ela ressaltou que o líder da Igreja Católica atua pela paz e pelo fim de guerras.
Meloni mantém posição de mediadora entre Washington e líderes europeus. Em suas declarações, a premiê enfatizou a função do Papa como voz de paz e de diálogo entre nações.
Repercussões
O Papa Leo XIV, durante uma viagem por África, reiterou seu compromisso com a paz. Em voos e entrevistas, ele destacou a necessidade de evitar guerras e promover o multilateralismo.
A defesa ao pontífice também ganhou apoio de bispos norte-americanos e italianos, que afirmaram que a crítica não condiz com a função religiosa do Papa. Não houve retratação de Trump.
O Papa completará uma viagem de quatro países, incluindo Algéria, Camarões, Angola e Guiné Equatorial. A agenda prioriza mensagens de paz, diálogo e soluções pacíficas entre estados.
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