- O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou à Fox Business que a guerra contra o Irã está “muito perto” do fim, mas o conflito ainda não terminou.
- Trump disse que, se desistisse agora, o Irã levaria 20 anos para reconstruir o país e que os iranianos parecem querer fechar um acordo.
- As negociações entre EUA e Irã devem ser retomadas na quinta-feira, 16 de abril, após uma tentativa frustrada no fim de semana no Paquistão.
- O impasse envolve o programa nuclear iraniano; sem acordo, Trump ordenou o fechamento total do Estreito de Ormuz.
- O vice-presidente, JD Vance, que lidera a comitiva dos EUA, afirmou que o Irã precisa dar o próximo passo para um acordo de paz e que houve algum progresso nas negociações.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou em entrevista à Fox Business que a guerra contra o Irã está muito próxima do fim. A entrevista será exibida nesta quarta-feira (15/4). O tom foi de otimismo, ainda que não haja confirmação oficial do encerramento do conflito.
Trump destacou que, se desistisse agora, o Irã poderia levar cerca de 20 anos para reconstruir o país, o que o levou a sinalizar a possibilidade de fechar um acordo. Ele ressaltou que as negociações ainda não terminaram e que há interesse em avançar em um entendimento.
As negociações entre Estados Unidos e Irã devem ser retomadas na quinta-feira (16/4), após uma tentativa de acordo frustrada no fim de semana, no Paquistão. O principal ponto de discórdia é o programa nuclear iraniano, cujo desfecho tem orientação de Washington.
Avanços e próximos passos
Nesta segunda-feira (13/4), o vice-presidente dos EUA, JD Vance, que lidera a comitiva norte-americana, afirmou que cabe ao Irã dar o próximo passo para um acordo de paz. Ele disse que houve algum progresso no tema nuclear e que o material nuclear precisa sair do país.
Vance acrescentou que houve avanços significativos e que, embora muitos itens já tenham ficado claros, ainda é preciso que os iranianos demonstrem disposição para avançar. A fala indica que a decisão final depende de ações de Teerã, segundo a comitiva americana.
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