- O presidente dos EUA, Donald Trump, disse ter trocado cartas com Xi Jinping sobre relatos de envio de armas da China ao Irã.
- Trump afirmou que Xi respondeu que a China “não está fornecendo” sistemas de defesa ao Irã.
- Ele acrescentou que as ações dos EUA no Irã, na Venezuela e Cuba não devem alterar o próximo encontro entre os dois, no mês que vem.
- Trump disse que Xi “precisa de petróleo” e que ele se dá bem com o líder chinês, que lhe escreveu uma carta bonita.
- A CNN informou, com exclusividade, que a inteligência americana aponta que a China pode entregar novos sistemas de defesa aérea ao Irã nas próximas semanas.
Trump afirma ter trocado cartas com Xi Jinping sobre relatos de envio de armas ao Irã; segundo o presidente americano, Xi respondeu que a China não está fornecendo sistemas de defesa ao Irã. O anúncio foi feito nesta semana pelos canais oficiais de Trump.
O mandatário relatou que as cartas tratavam de rumores de que Pequim estaria enviando armas ao Irã e disse que recebeu uma resposta de Xi que, essencialmente, negou a prática. Não houve confirmação independente neste texto.
Trump comentou que as ações dos EUA no Irã, na Venezuela e em Cuba não devem alterar a dinâmica do próximo encontro entre os dois líderes, que está previsto para o mês seguinte. O presidente lembrou que mantém boa relação com Xi e elogiou uma carta recebida.
Ele destacou que Xi, segundo o relato, reconheceu a preocupação com o possível envio de armas ao Irã e afirmou que não está ocorrendo. O presidente americano reforçou o tom de negociação entre as potências, sem detalhar novos passos.
Contexto diplomático
A notícia surge após relatos da CNN de que a inteligência dos EUA avalia que a China se prepara para entregar novos sistemas de defesa aérea ao Irã nas próximas semanas. Três pessoas a par das avaliações foram citadas pela emissora.
As informações, apresentadas como avaliação de inteligência, ainda não foram verificadas de forma pública por autoridades oficiais. O tema envolve tensões regionais e estratégias de alinhamento entre Washington, Pequim e governos do Oriente Médio.
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