Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Número de mortos no segundo tiroteio em escola na Turquia em uma semana sobe para 10

Com a segunda ataque a escola em dois dias, Turquia registra dez mortos; autoridades anunciam reforço de segurança escolar e apoio psicossocial às famílias

Turkish security forces and emergency staff stand in the courtyard of a secondary school where an assailant opened fire, in Kahramanmaras, Turkey, Wednesday, April 15, 2026, (IHA via AP)
0:00
Carregando...
0:00
  • O saldo de mortes em dois ataques a escolas na Turquia subiu para dez, com mais uma vítima morrendo no hospital nesta quinta-feira, após o ataque de quarta.
  • Seis feridos estavam em estado crítico antes do falecimento mais cedo nesta quinta, após o tiroteio de ontem.
  • Isa Aras Mersinli, 14 anos, abriu fogo em duas salas de um escola de ensino médio em Kahramanmaras, matando uma professora e oito estudantes e ferindo outros treze.
  • O atirador, que também foi morto, chegou ao local com cinco armas de fogo e sete carregadores pertencentes ao pai, um aposentado da delegacia, que foi preso após o ataque.
  • A Turquia realizou uma reunião conjunta entre interior e educação sobre segurança escolar, com a presença de ministros, governadores e autoridades policiais; autoridades também prenderam 67 pessoas ligadas a posts nas redes sociais que insinuavam ataques.

O tiroteio que ocorreu nesta semana em turquia elevou para 10 o saldo de vítimas fatais após o falecimento de mais uma pessoa que estava recebendo atendimento médico. A última confirmação veio nesta quinta-feira, segundo autoridades. Doze feridos ainda permaneciam hospitalizados, com seis em estado crítico antes de o choque final ocorrer.

O ataque de quarta-feira aconteceu em uma escola de ensino fundamental na cidade de Kahramanmaraş, no sul do país. O atirador, Isa Aras Mersinli, de 14 anos, abriu fogo em duas salas de aula, matando um professor e oito alunos e ferindo mais 13 pessoas. O suspeito morreu no local, após utilizar armas de fogo que pertenciam ao pai, um aposentado da polícia.

Amanhã reforçou a pressão sobre as autoridades. No dia anterior, 16 pessoas ficaram feridas em um ataque a uma escola de ensino médio na província de Şanlıurfa, também no sul. O atirador se suicidou. Até quinta-feira, 20 pessoas foram detidas em relação ao caso de Şanlıurfa.

O Ministério do Interior e o Ministério da Educação realizaram uma reunião conjunta em Ancara, com a presença dos dois ministros, de todos os 81 governadores provinciais, além de chefes de polícia e diretores de educação. O objetivo foi reforçar a segurança nas escolas.

A polícia publicou, ainda, que a foto de perfil do suspeito no aplicativo de mensagens WhatsApp era uma imagem associada a um estudante que cometeu um massacre nos Estados Unidos em 2014. A identidade de usuários e a veracidade de conteúdos da rede passam por investigação, segundo as autoridades.

O Ministério da Família anunciou a criação de uma equipe para oferecer suporte psicossocial a alunos e familiares, e anunciou uma investigação abrangente sobre incidentes semelhantes. Além disso, foram iniciadas ações de acompanhamento de escolas para evitar novos ataques.

Famílias de vítimas participaram de enterros realizados nesta quinta-feira. Entre os mortos, oito estudantes de 11 anos e a professora Ayla Kara, de 55 anos, que também faleceu no ataque. A comoção mobilizou educadores em várias cidades para cobrar maior segurança escolar.

Cemitérios humanos de professores e pais acompanharam os momentos de comoção. A família de Adnan Gokturk Yesil, cujo filho constava entre as vítimas, relatou pressa na chegada à escola e ao hospital, onde confirmou o falecimento. Autoridades destacaram a necessidade de ações rápidas para evitar novas tragédias.

Educadores em Ankara e Izmir participaram de manifestações pedindo reforço na vigilância escolar. Em resposta, autoridades anunciaram operações para coibir ameaças nas redes sociais, com a detenção de 67 usuários por publicações que visavam 54 escolas diferentes.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais