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Presidente cubano afirma não buscar agressão aos EUA, mas luta se necessário

Presidente cubano afirma que Cuba não deseja agressão dos Estados Unidos, mas está pronta para enfrentar qualquer confronto, em meio a tensões e bloqueio energético

People attend a celebration marking the 65th anniversary of the proclamation declaring the Cuban Revolution socialist, in Havana, Cuba, Thursday, April 16, 2026. (AP Photo/Ramon Espinosa)
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  • O presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, disse que Cuba não quer agressão militar dos Estados Unidos, mas está preparada para fight se necessário, durante ato que marcou 65 anos da Revolução socialista.
  • Ele afirmou que o momento é desafiador e que, assim como em 16 de abril de 1961, é preciso estar pronto para enfrentar ameaças sérias, inclusive agressão militar.
  • Díaz-Canel apontou que Cuba é um estado cercado, não falido, enfrentando guerra econômica, embargo intensificado e bloqueio energético.
  • O líder cubano afirmou que, apesar de tudo, Cuba resiste, cria e deve prevalecer graças ao socialismo.
  • Houve reconhecimento de conversas entre Cuba e os Estados Unidos para resolver tensões, mas sem detalhes divulgados.

Cuba reiterou, nesta quinta-feira, que não almeja agressão militar dos Estados Unidos, mas está preparada para enfrentar qualquer conflito, se ocorrer. O pronunciamento ocorreu durante um comício em Havana.

O presidente Miguel Díaz-Canel destacou que o país pode reagir a ameaças, citando a necessidade de defesa diante de eventuais agressões. O discurso foi feito no contexto de tensões entre Havana e Washington.

O ato celebrou a décima sexta revolução e a defesa do socialismo. Díaz-Canel afirmou que Cuba não é uma nação derrotada, apesar das sanções associadas à crise econômica.

Contexto das tensões

Logo após o comício, surgiram relatos sobre uma possível reorientação da política externa dos EUA em relação a Cuba, em meio a queixas sobre bloqueio energético e crises na ilha.

Analistas apontam que as medidas dos EUA, incluindo bloqueio de petróleo, agravaram a escassez de alimentos e energia. Com insiders musem, as avaliações divergem sobre cenários futuros.

Díaz-Canel acusou adversários de tentar construir uma narrativa de falência do país. O presidente descreveu Cuba como alvo de agressões econômicas e energéticas, mas ressaltou resistência socialista.

Perspectivas e diálogos

Ambas as partes sinalizaram abertura para negociações sem detalhes apresentados. O governo cubano indica disposição para diálogo, enquanto mantém ênfase na soberania e na proteção das reformas sociais.

O discurso enfatiu conquistas da revolução, como educação gratuita, mas reconheceu que muitos profissionais emigraram devido à crise. O tema da migração foi citado como impacto social.

As ações de Brasília não foram citadas, apenas menções a acordos diplomáticos entre Cuba e outros países. Informações oficiais indicaram que as conversas de alto nível continuam sem datas ou conteúdos divulgados.

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