- O presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, disse que Cuba não quer agressão militar dos Estados Unidos, mas está preparada para fight se necessário, durante ato que marcou 65 anos da Revolução socialista.
- Ele afirmou que o momento é desafiador e que, assim como em 16 de abril de 1961, é preciso estar pronto para enfrentar ameaças sérias, inclusive agressão militar.
- Díaz-Canel apontou que Cuba é um estado cercado, não falido, enfrentando guerra econômica, embargo intensificado e bloqueio energético.
- O líder cubano afirmou que, apesar de tudo, Cuba resiste, cria e deve prevalecer graças ao socialismo.
- Houve reconhecimento de conversas entre Cuba e os Estados Unidos para resolver tensões, mas sem detalhes divulgados.
Cuba reiterou, nesta quinta-feira, que não almeja agressão militar dos Estados Unidos, mas está preparada para enfrentar qualquer conflito, se ocorrer. O pronunciamento ocorreu durante um comício em Havana.
O presidente Miguel Díaz-Canel destacou que o país pode reagir a ameaças, citando a necessidade de defesa diante de eventuais agressões. O discurso foi feito no contexto de tensões entre Havana e Washington.
O ato celebrou a décima sexta revolução e a defesa do socialismo. Díaz-Canel afirmou que Cuba não é uma nação derrotada, apesar das sanções associadas à crise econômica.
Contexto das tensões
Logo após o comício, surgiram relatos sobre uma possível reorientação da política externa dos EUA em relação a Cuba, em meio a queixas sobre bloqueio energético e crises na ilha.
Analistas apontam que as medidas dos EUA, incluindo bloqueio de petróleo, agravaram a escassez de alimentos e energia. Com insiders musem, as avaliações divergem sobre cenários futuros.
Díaz-Canel acusou adversários de tentar construir uma narrativa de falência do país. O presidente descreveu Cuba como alvo de agressões econômicas e energéticas, mas ressaltou resistência socialista.
Perspectivas e diálogos
Ambas as partes sinalizaram abertura para negociações sem detalhes apresentados. O governo cubano indica disposição para diálogo, enquanto mantém ênfase na soberania e na proteção das reformas sociais.
O discurso enfatiu conquistas da revolução, como educação gratuita, mas reconheceu que muitos profissionais emigraram devido à crise. O tema da migração foi citado como impacto social.
As ações de Brasília não foram citadas, apenas menções a acordos diplomáticos entre Cuba e outros países. Informações oficiais indicaram que as conversas de alto nível continuam sem datas ou conteúdos divulgados.
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