- Rússia lançou centenas de drones e dezenas de mísseis contra várias cidades da Ucrânia, incluindo Kyiv, Odesa e Dnipro, deixando mortos e feridos.
- A força aérea ucraniana informou ter detectado 659 drones e 44 mísseis, dos quais 636 drones e 31 mísseis foram derrubados ou neutralizados.
- Kyiv registrou quatro mortes, entre elas uma criança de 12 anos, e pelo menos cinquenta feridos; houve danos a prédios residenciais, a um hotel e a um prédio comercial.
- Em Odesa, nove pessoas morreram e pelo menos onze ficaram feridas; incêndios atingiram edifícios residenciais e infraestrutura portuária.
- Zelenskyy pediu mais apoio dos aliados, disse que a Rússia não merece normalização nem relaxamento de sanções e reiterou a necessidade de pressionar e cumprir promessas de ajuda.
A Rússia lançou uma ofensiva maciça com drones e mísseis sobre várias cidades da Ucrânia durante a noite. Pelo menos 16 pessoas morreram e dezenas ficaram feridas, segundo autoridades locais. Kyiv, Odesa e Dnipro foram atingidas entre Thames e madrugada de sexta-feira.
A força aérea da Ucrânia informou que foram empregados 659 drones e 44 mísseis, dos quais 636 drones e 31 mísseis foram neutralizados ou abatidos. Em Kyiv, quatro pessoas perderam a vida, incluindo uma criança de 12 anos, e pelo menos 50 ficaram feridas.
Na capital, o ataque causou danos a edifícios residenciais, a um hotel e a um prédio de escritórios, conforme a prefeitura. Várias explosões também foram registradas e incêndios surgiram após destroços de foguetes caírem em áreas urbanas.
Em Odesa, houve explosões no entorno do porto e incêndios em infraestruturas residenciais e armazéns. Nove pessoas morreram e pelo menos 11 ficaram feridas, segundo informações do serviço de emergência.
Dnipro também sofreu intensos ataques, marcando o segundo alvo na cidade nesta semana. Pelo menos duas pessoas foram mortas e dezenas ficaram feridas, com vários imóveis atingidos e incêndios registrados em bairros residenciais.
Contexto e resposta
O presidente Volodymyr Zelenskyy afirmou que o ataque a alvos civis mostra a necessidade de manter a pressão internacional sobre a Rússia. Em mensagens publicadas em plataformas de redes sociais, ele destacou que não haverá normalização nem relaxamento de sanções.
Zelenskyy viajou recentemente para a Alemanha, Noruega e Itália em busca de apoio à defesa de Kyiv, com promessas de novos sistemas de segurança. O presidente também mencionou tratativas com a Holanda para ampliar o fornecimento de suprimentos militares.
O porta-voz do governo ucraniano informou que, até o momento, as operações de busca e resgate seguem, e a contagem oficial de vítimas tende a aumentar. Autoridades ressaltaram que a situação permanece sob monitoramento intenso.
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