- O Irã anunciou a reabertura total do Estreito de Ormuz, permitindo a passagem de navios comerciais durante o cessar-fogo com os Estados Unidos, até o fim da trégua prevista para a próxima quarta-feira.
- O ministro das Relações Exteriores, Abbas Araghchi, disse que a passagem permanece aberta para todos os navios na rota coordenada já anunciada pela Organização de Portos e Marítima da República Islâmica do Irã.
- A decisão fez o preço do petróleo cair, com o barril WTI recuando cerca de 10% após a confirmação.
- Reações internacionais chegaram rapidamente: o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, elogiou o movimento; a europeia Dubravka Šuica destacou que vias navegáveis são bens públicos; o presidente turco Recep Tayyip Erdoğan ressaltou a liberdade de navegação.
- A medida é vista como um sinal diplomático de peso durante o cessar-fogo e pode influenciar futuras negociações na região.
O Irã confirmou a reabertura total do Estreito de Ormuz, permitindo a passagem livre de navios comerciais. A medida vale durante o cessar-fogo vigente com os Estados Unidos e pode durar até o fim do acordo, previsto para a próxima quarta-feira. O anúncio foi feito por Teerã.
Abbas Araghchi, ministro das Relações Exteriores do Irã, afirmou que a passagem de todos os navios pelo estreito está aberta pelo restante do cessar-fogo, conforme a coordenação da Organização de Portos e Marítima do Irã. Analistas veem o gesto como sinal diplomático importante.
A decisão elevou a expectativa sobre o fluxo comercial na região, pois Ormuz é a principal saída marítima do Golfo Pérsico, por onde passam cerca de 20% do petróleo e gás consumidos mundialmente. O movimento visa reduzir riscos de interrupção no fornecimento.
Impacto econômico
Após a confirmação, os mercados reagiram rapidamente, com o petróleo reagindo de forma negociada. O preço do barril WTI caiu, sinalizando alívio diante da possibilidade de normalização do transporte de energia na região.
Repercussões internacionais
Entre líderes, houve manifestações de apoio e cautela. Em Washington, autoridades destacaram o gesto iraniano como passo relevante para a estabilidade regional. Na UE, dirigentes ressaltaram a importância de vias navegáveis livres para o comércio global. Em Ankara, o tema foi discutido como parte de segurança regional.
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