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Trump ataca o Papa Leão 14; reações do pontífice

Trump ataca o papa Leão 14, acentuando atrito entre Vaticano e EUA; o pontífice reafirma neutralidade política e defesa da paz

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fala com repórteres antes de entrar no avião presidencial Air Force One
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  • O papa Leão XIV criticou a guerra no Irã e afirmou que Deus rejeita as orações de líderes com mãos “cheias de sangue”, durante o Domingo de Ramos, em 29 de março.
  • No dia 12 de abril, o presidente Donald Trump atacou o papa pela primeira vez nas redes, dizendo que Leão XIV é “fraco com a criminalidade” e sugerindo que ele se concentre em ser um papa, não um político.
  • Em 13 de abril, o pontífice respondeu dizendo não ter medo de Trump e que não é político, mantendo o foco em falar contra a guerra e em promover paz e diálogo.
  • Nos dias 13 e 15 de abril, Trump publicou imagens geradas por inteligência artificial envolvendo Jesus para provocar a Igreja Católica; as publicações foram removidas e republicadas.
  • Em 16 de abril, Trump voltou a criticar Leão XIV, afirmando que o Irã não pode ter arma nuclear, enquanto o papa, em Camarões, fez apelos pela paz e condenou o ciclo de violência na região.

Desde o fim de março, tensões entre o Vaticano e a administração Trump aumentaram, após o papa Leão 14 criticar a guerra no Irã e dizer que líderes que promovem conflitos enfrentam rejeição divina. O presidente dos EUA reagiu com ataques diretos ao pontífice.

A crítica do papa ocorreu durante o Domingo de Ramos, quando afirmou que Deus rejeita as orações de quem move guerras e que os cristãos do Oriente Médio sofrem as consequências de um conflito brutal. A declaração ocorreu na Praça de São Pedro.

Em 12 de abril, Trump atacou Leão 14 pela forma como aborda a política externa dos EUA, chamando o papa de fraco com a criminalidade e citando que deveria focar menos em política. A reação do Vaticano ganhou eco internacional.

Reação do pontífice

No dia seguinte, Leão 14 respondeu aos ataques dizendo que não teme o governo americano e que continua firme na defesa da paz. Em viagens pela África, o papa reforçou que sua atuação não é política, mas voltada ao diálogo e à cooperação internacional.

Durante a visita africana, o pontífice enfatizou a importância de não usar o Evangelho para justificar conflitos e ressaltou que a busca pela paz deve sobrepor interesses. A mensagem destacou a necessidade de multilateralismo.

Novas imagens e desdobramentos

Entre 13 e 15 de abril, Trump gerou polêmica ao publicar imagens geradas por inteligência artificial que o mostravam em situações religiosas, depois apagando a publicação. O episódio gerou debates sobre uso de tecnologia e linguagem simbólica.

No dia 16 de abril, o presidente voltou a criticar Leão 14, afirmando que o Irã não pode dispor de armas nucleares. A declaração ocorreu em meio a visitas oficiais e seguimentos de agenda diplomática dos EUA.

Contexto regional

No Vaticano, Leão 14 manteve o tom de apelo à paz global, destacando que conflitos alimentam tiranias e afetam populações civis. A fala sobre corrupção, credibilidade de autoridades e a necessidade de responsabilidade foi repetida durante missões oficiais.

Em Bamenda, Camarões, o papa reiterou que a paz não precisa ser inventada, mas abraçada, valorizando o próximo como irmão. O discurso reforçou a visão de resolução de conflitos por meio do diálogo e da cooperação regional.

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