- Brasil, Espanha e México prometeram ampliar a ajuda coordenada a Cuba para amenizar a crise humanitária causada pelo bloco dos Estados Unidos.
- A declaração conjunta foi divulgada em Barcelona, após o presidente brasileiro Lula da Silva, o primeiro-ministro espanhol Pedro Sánchez e a líder mexicana Claudia Sheinbaum se reunirem na cúpula.
- O texto pede diálogo sincero, em conformidade com a Carta das Nações Unidas, e afirma que o povo cubano deve determinar seu próprio futuro.
- O Fórum Democracia Sempre reuniu líderes de várias nações; após o encontro, Lula participou de almoço com Gustavo Petro, Sheinbaum e Yamandú Orsi.
- A crise em Cuba se agrava desde janeiro, com cortes de petróleo e apagões que afetam serviços essenciais; Cuba acusa Washington de pressionar o fim de acordos de cooperação médica.
O Brasil, a Espanha e o México anunciaram neste sábado a intensificação da ajuda coordenada a Cuba para enfrentar a crise causada pelo bloqueio dos Estados Unidos. A promessa foi feita durante a cúpula internacional realizada em Barcelona, chamada Fórum Democracia Sempre.
Em nota conjunta, os três governos defenderam um diálogo sincero, conforme a Carta das Nações Unidas, e destacaram que o povo cubano deve poder definir seu próprio futuro. O anúncio reforça a cooperação humanitária já em curso.
A reunião reuniu o presidente brasileiro Lula da Silva, a líder mexicana Claudia Sheinbaum e o primeiro-ministro espanhol Pedro Sánchez, após encontro com o anfitrião. A pauta incluiu ações para atenuar impactos energéticos e sociais em Cuba.
Contexto e desdobramentos
O debate sobre Cuba ocorre em meio à deterioração do fornecimento de petróleo desde janeiro, em função de pressões externas. Autoridades cubanas atribuem ao bloqueio dificuldades em hospitais e serviços básicos.
Equipes de diferentes países já haviam mobilizado apoio humanitário, integrando a flotilha Nuestra América Convoy. A iniciativa envolve organizações sociais de várias nações, buscando ampliar a assistência à ilha caribenha.
O tema ganhou destaque em Barcelona, onde Os representantes ressaltaram a necessidade de cooperação regional e observância de normas internacionais. A declaração conjunta não fixa prazos, apenas sinaliza a continuidade de ações coordenadas.
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