- No Dia da Árvore, a ministra das Relações Exteriores da Coreia do Norte, Choe Son-hui, apareceu usando uma jaqueta da grife Moose Knuckles durante o evento.
- A peça chamou atenção ao ser vista como violação às sanções da ONU que desde 2006 proíbem a importação de artigos de luxo pelo país.
- Modelos similares aos usados pela ministra custam cerca de US$ 645, o que equivale a aproximadamente R$ 3.200, conforme a marca.
- A Moose Knuckles é uma marca de luxo do Canadá, criada em 1921, reconhecida por jaquetas estofadas com o símbolo de um alce.
- O caso sustenta críticas de que elites ligadas a Kim Jong-un continuam adquirindo itens de luxo.
Um evento para celebrar o Dia da Árvore mostrou um episódio de suposto uso de artigos de luxo por integrantes da elite norte-coreana. Enquanto líderes e membros do regime participavam de atividades de plantio, a ministra das Relações Exteriores, Choe Son-hui, chamou atenção ao aparecer vestindo uma jaqueta de uma marca canadense.
A peça em questão é da Moose Knuckles, grife de luxo, com modelo similar a uma jaqueta anunciada pela empresa. Observadores destacaram que, desde 2006, o país proíbe a importação de itens de luxo, conforme sanções do Conselho de Segurança da ONU.
Choe Son-hui apareceu com a jaqueta durante o evento, o que gerou críticas entre opositores do regime. A informação veio à tona após circulação de imagens nas redes e agências internacionais, sem confirmação oficial sobre a origem da peça.
Detalhes da marca
Fundada no Canadá em 1921, a Moose Knuckles é conhecida por jaquetas com estofamento firme e desenho marcante. A empresa descreve seus produtos como esportivos, leves e luxuosos, com foco em materiais de origem ética.
Um modelo semelhante ao usado pela ministra está disponível online por cerca de US$ 645, equivalente a aproximadamente R$ 3.200, segundo sites da marca. A revelação reacendeu debates sobre o consumo de artigos de luxo por membros do governo norte-coreano.
A jaqueta escolhida por Choe Son-hui foi amplamente comparada a outros itens de grife que circulam entre elites norte-coreanas. As informações refletem críticas de que o regime pode violar sanções comerciais internacionais ao manter esse tipo de aquisição. Fonte: agência noticiosa e veículos de imprensa internacionais.
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