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Chanceler alemão se reúne com Lula e celebra acordo Mercosul-UE

Acordo entre Mercosul e União Europeia entra em vigor em 1º de maio, abrindo mercado de quase 720 milhões de pessoas e US$ 22 trilhões de PIB

O presidente Lula com o chanceler primeiro-ministro da Alemanha, Friedrich Merz
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  • O chanceler alemão Friedrich Merz e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reuniram em Hannover, na Alemanha, antes da Hannover Messe 2026.
  • O acordo comercial entre Mercosul e União Europeia começará a valer em 1º de maio.
  • A parceria deve criar um dos maiores mercados consumidores do mundo, com mais de 700 milhões de pessoas e PIB de cerca de US$ 22 trilhões.
  • Lula afirmou que o acordo ampliará o comércio, investimentos e empregos, reforçando a integração produtiva e a estabilidade das cadeias de suprimentos.
  • O Brasil finalizou a ratificação do acordo em março, que é considerado o maior entre blocos econômicos.

Friedrich Merz, chanceler alemão, e o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva reuniram-se neste domingo, em Hannover, na Alemanha, para tratar do acordo Mercosul-UE, cuja vigência começará em 1º de maio. O encontro ocorreu na véspera da abertura da Hannover Messe 2026, maior feira de tecnologia e inovação industrial do mundo.

Durante a coletiva, Merz ressaltou que o acordo criará um dos maiores mercados consumidores do mundo, com mais de 700 milhões de pessoas, após mais de 25 anos de negociações. A mensagem foi apresentada como marco da parceria entre os blocos.

Lula, em discurso na cerimônia de abertura da Hannover Messe, enfatizou que a parceria ampliará comércio, investimentos e empregos. O petista destacou ainda a integração produtiva e a melhoria na estabilidade das cadeias de suprimentos, com potencial de reduzir custos de energia e favorecer a descarbonização.

O acordo facilita a criação de uma zona de livre comércio entre a União Europeia e o Mercosul, permitindo importação e exportação de diversos produtos com isenção ou redução de tarifas. O instrumento foi negociado ao longo de mais de duas décadas e é visto como o maior já firmado entre blocos econômicos.

As primeiras medidas entrarão em vigor em 1º de maio para países que já concluíram seus processos de ratificação. O Brasil finalizou essa etapa em março, avançando no calendário de implementação.

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