- EUA interceptaram o navio de carga com bandeira iraniana Touska no Golfo como parte do bloqueio naval, informou Trump.
- Trump afirmou que o navio foi apreendido após não responder ao aviso de parada; Teerã não comentou o incidente até o momento.
- A embarcação tem quase 900 feet de comprimento e peso similar ao de um porta-aviões; os EUA dizem ter plena custódia do navio e do que estiver a bordo.
- A Comissão Central dos EUA divulgou imagens que mostram a interceptação, com disparo de arma visível na direção do navio.
- O bloqueio naval deve continuar até que um acordo seja alcançado entre EUA e Irã, em meio a tensões e ataques no estreito de Ormuz.
A Marinha dos Estados Unidos interceptou um cargueiro iraniano flagrado no Golfo, como parte de seu bloqueio naval, conforme declarou o ex-presidente Donald Trump. O navio Touska não respondeu a um aviso para parar e foi retido pela frota norte-americana, segundo Trump.
Trump afirmou que o Touska está sob sanções do Tesouro dos EUA e que a marinha mantém a custódia do navio para inspecionar o conteúdo a bordo. O anúncio ocorreu após a Casa Branca confirmar que o vice-presidente, JD Vance, liderará uma delegação em novas negociações para encerrar o conflito com o Irã em Paquistão.
O Irã ainda não se manifestou publicamente sobre o incidente. A mídia estatal iraniana informou que autoridades não participariam das negociações enquanto o bloqueio norte-americano permanecer.
A Guarda Revolucionária Iraniana (IRGC) havia anunciado que reabriu parcialmente o Estreito de Hormuz, mas encerrou essa reabertura devido ao impedimento imposto pelo bloqueio naval. O estreito continua fechado conforme a última atualização.
A autoridade de combate de superfície dos EUA divulgou imagens que supostamente mostram uma embarcação naval interceptando o cargueiro, incluindo disparos próximos ao navio. Três fatores políticos acompanham o episódio: bloqueio, sanções e diálogo entre as partes.
Segundo Trump, o bloqueio naval continuará até um acordo entre os dois países, como parte de uma escalada que começou com ataques na região. A gestão presidencial também relata ataques a navios em horários recentes no Golfo, segundo relatos não oficiais.
A tensão envolve ainda setores de energia: o Estreito de Hormuz costuma permitir o fluxo de cerca de 20% do petróleo mundial. O conflito tem impactado os preços globais, com quedas e oscilações conforme as informações oficiais disponíveis.
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