- Jane Harman, ex-deputada democrata da Califórnia e ex-membro sênior do Comitê de Inteligência da Câmara, afirma que os EUA mandam mensagens mistas ao negociar com o Irã ao enviar o vice-presidente JD Vance para negociar novamente.
- Ela diz que renovar as autoridades de vigilância do FISA é essencial, sob o risco de ser catastrófico se não for feito.
- Harman também considera alarmantes as alegações contra o diretor do FBI, Kash Patel.
- A observação foi feita durante entrevista ao Bloomberg Balance of Power, com Kailey Leinz e Joe Mathieu.
- A fala faz parte do debate sobre política externa norte-americana e segurança doméstica.
Jane Harman, ex-deputada democrata da Califórnia e ex-líder da Minority no Comitê de Inteligência da Câmara, afirmou que os EUA estão enviando mensagens conflitantes antes das negociações com o Irã ao deslocar o vice-presidente JD Vance para negociar novamente. A observação foi feita durante entrevista ao vivo no programa Balance of Power, da Bloomberg, com Kailey Leinz e Joe Mathieu.
Ela destacou que o tom adotado pelo governo pode comprometer a condução das tratativas, segundo suas palavras. A ex-política argumentou que clareza diplomática é essencial para evitar ambiguidades que dificultem o andamento das conversas. Não houve detalhamento sobre as etapas futuras das negociações.
Harman ainda alertou para o que chamou de riscos associados à renovação das autorizações de vigilância sob a Lei de Vigilância de Inteligência Estrangeira (FISA). Segundo a firmeza de sua avaliação, a não renovação dessas autoridades seria potencialmente catastrófica para a segurança nacional.
Por fim, a ex-parlamentar classificou como “muito alarmantes” as alegações envolvendo o diretor do FBI, Kash Patel. Ela declarou que tais acusações, se comprovadas, demandam apuração rigorosa. A entrevista foi veiculada na edição noturna do programa da Bloomberg.
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