- O Irã negou novas negociações de paz com os Estados Unidos, citando exigências excessivas de Washington e o bloqueio naval no Estreito de Ormuz.
- A agência estatal Irna afirmou que a cidade não participará da segunda rodada de negociações e chamou as informações dos EUA de jogo midiático.
- Trump afirmou, via Truth Social, que enviaria emisários ao Paquistão para negociações e que, se não houver acordo, atacará alvos no Irã.
- Segundo a Casa Branca, a delegação americana seria liderada pelo vice-presidente J. D. Vance e incluiria Steven Witkoff e o filho do presidente, Jared Kushner.
- O texto menciona ainda que Trump havia dito à imprensa que Vance não participaria da nova rodada, gerando contradição sobre a participação da liderança norte-americana.
O Irã rejeitou novas negociações de paz com os Estados Unidos após Trump anunciar envio de emisários para o Paquistão e a imposição de novos ataques caso seus termos não fossem aceitos. A informação foi veiculada pela agência estatal Irna.
Segundo a Irna, a ausência do Irã na segunda rodada de negociações decorre de exigências excessivas de Washington, mudanças constantes de posição e do bloqueio naval no Estreito de Hormuz, considerado uma violação do cessar-fogo. A agência classificou a notícia sobre Islamabad como falsa e tratou o relato como manobra midiática.
Trump publicou em Truth Social que enviaria representantes ao Paquistão na noite de segunda, abrindo espaço para diálogos com apenas um dia restante do cessar-fogo de duas semanas. O presidente também ameaçou destruir usinas de energia e pontes do Irã caso as negociações não avancem.
Desenvolvimento diplomático
Um funcionário da Casa Branca afirmou que a delegação dos EUA seria liderada pelo vice-presidente J D Vance e incluiria o enviado Steven Witkoff e o genro do presidente, Jared Kushner. Em contrapartida, Trump havia indicado que Vance não participaria da nova rodada, gerando incerteza sobre a composição da missão.
A imprensa norte‑americana não detalhou se houve confirmação formal de Islamabad ou apenas sinais diplomáticos. O cessar-fogo entre Irã e EUA continua no centro da tensão regional, com reações rápidas de ambos os lados diante de cada declaração pública.
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