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Lula critica Trump e diz que mundo não pode se curvar a quem faz guerra pelo Twitter

Lula critica Trump em Hannover, dizendo que o mundo não pode se curvar a quem faz guerras e impõe medidas via Twitter

O presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva; e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump
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  • Lula voltou a criticar Donald Trump durante discurso na Hannover Messe, na Alemanha, dizendo que o mundo não pode se curvar ao “comportamento” do presidente que usa o Twitter para ações como taxar, punir países e provocar guerras.
  • O presidente brasileiro ressaltou a importância de fortalecer a democracia, o multilateralismo e a soberania de cada país na relação com os Estados Unidos.
  • Lula apontou o aumento de conflitos globais desde a Segunda Guerra Mundial e destacou a contradição entre o avanço tecnológico e as crises humanitárias, com vítimas civis no Oriente Médio.
  • Ele citou líderes globais — Putin, Xi Jinping, Macron, Trump — questionando a função do Conselho de Segurança da ONU e pedindo intervenções para encerrar guerras.
  • No dia anterior, em Barcelona, Lula havia afirmado que nenhum presidente pode impor regras a outros países e pediu reforma da ONU e controle global das plataformas digitais.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a criticar Donald Trump durante discurso na Hannover Messe, na Alemanha, neste domingo 19. O tema central foi a resistência a governos que atuam por meio de mensagens rápidas na internet para taxar, punir países e promover guerras. Lula reforçou a importância de fortalecer a democracia e o multilateralismo.

Em seu pronunciamento, o presidente brasileiro defendeu respeito à soberania e à integridade territorial dos povos. Também apontou a contradição entre avanços tecnológicos e crises humanitárias, destacando que civis, incluindo mulheres e crianças, são vítimas de conflitos em várias regiões.

Lula citou líderes globais como Putin, Xi Jinping, Macron e Trump, questionando a função do Conselho de Segurança da ONU diante de guerras e crises humanitárias. O objetivo do discurso foi enfatizar que recursos destinados a conflitos não devem prejudicar quem busca acolhimento internacional.

Contexto internacional

No sábado, 18, em Barcelona, Lula já havia afirmado que nenhum presidente pode impor regras a outros países, reforçando seu convite à reforma da ONU e ao controle sobre plataformas digitais. O tom utilizado pelo petista aponta para uma crítica contínua a políticas exteriores confrontacionais.

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