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Argentino pagava jovens para gravar pornografia e vazava vídeos sem consentimento

Argentino é acusado de explorar sexualmente mulheres vulneráveis, pagando meio milhão de pesos por vídeos que prometiam não veicular, mas vazados sem autorização

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  • O argentino Gianfranco Gaspar Núñez, de Rosário, foi denunciado pelo Tribunal Federal de Rosário por exploração sexual de mulheres em ambientes digitais.
  • A investigação aponta que ele recrutava mulheres jovens economicamente vulneráveis, com até 22 anos, em todo o país, para gravar vídeos pornográficos.
  • Em 12 de setembro de 2024, a Procuradoria para o Tráfico e Exploração de Pessoas do Ministério Público argentino apresentou a denúncia, citando o pagamento de meio milhão de pesos a uma vítima.
  • Os vídeos eram veiculados sem autorização, e um deles foi visualizado na cidade natal da vítima, Posadas, levando à acusação.
  • A denúncia ressalta que as imagens foram publicadas apesar da promessa de não veiculação.

O argentino Gianfranco Gaspar Núñez, natural de Rosário, foi denunciado pelo Tribunal Federal da cidade por exploração sexual de mulheres em ambientes digitais. A denúncia aponta que ele pagava às denunciadas para gravarem vídeos pornográficos, com a promessa de que o material não seria veiculado.

Conforme apurado, Gaspar recrutava à distância mulheres jovens em situação econômica vulnerável, com até 22 anos, em todo o país. As investigações indicam que o objetivo era obter conteúdo sem que as vídeos fosse divulgado apenas com consentimento.

A denúncia foi apresentada em 12 de setembro de 2024 pela Procuradoria para o Tráfico e Exploração de Pessoas do Ministério Público argentino. O Ministério Público acusa o suspeito de pagar cerca de meio milhão de pesos, aproximadamente 3 mil reais, a uma vítima.

Segundo informações da investigação, o material gravado acabou sendo publicado sem autorização, e o vídeo foi visualizado na cidade natal da vítima, Posadas. Autoridades consideram que o caso envolve exploração de pessoas em situação de vulnerabilidade.

A apuração é conduzida pela Área de Investigação e Litígios de Casos Complexos da Procuradoria de Rosário, que acompanha a rede de recrutamento e a circulação do conteúdo.

Fonte: Infobae.

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