- A executiva vice-presidente da Comissão Europeia, Teresa Ribera, alertou para riscos à competição com a revisão das regras de fusões.
- A Comissão Europeia deve publicar novas diretrizes sobre fusões, com foco em como o regime poderá funcionar.
- Há pressão para afrouxar regras de fusões, visando criar gigantes globais capazes de competir internacionalmente.
- A reforma é descrita como a maior mudança no regime de competição do bloco em duas décadas.
- A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, apoia reformas que removam barreiras a chamados campeões europeus.
Teresa Ribera, executiva vice-presidente da Comissão Europeia, alertou sobre riscos à competição em uma eventual reformulação das regras de fusões na União Europeia. A declaração ocorreu antes da publicação de novas diretrizes para fusões pela Comissão.
A chefe do órgão antitruste europeu sinalizou que a revisão pode flexibilizar regras de fusões para facilitar a criação de grandes empresas europeias globais. A mensagem chega em meio a cobranças para tornar o regime mais permissivo.
A discussão ocorre em um momento de pressão política para que Bruxelas reduza barreiras a “campeões europeus” e permita aquisições estratégicas. A ideia é favorecer o crescimento de empresas paneuropeias capazes de competir no cenário global.
Quem está envolvido: a Comissão Europeia, liderada pela presidente Ursula von der Leyen, e Teresa Ribera, em função de representante de alto escalão no bloco. A fala envolve autoridades da área de concorrência, com impacto potencial sobre fusões anunciadas.
Quando e onde: os comentários foram feitos antes da divulgação das novas diretrizes, em Bruxelas, sede da Comissão Europeia, com foco no atual processo de reformulação regulatória. A data exata não foi especificada no material.
Por quê: o objetivo formal é revisar o regime de fusões para estimular crescimento econômico e competitividade da UE, ao mesmo tempo em que se avaliam impactos sobre concorrência, consumidores e inovação. As propostas visam equilibrar eficiência econômica e proteção aos mercados.
A reforma, se aprovada, pode alterar critérios de avaliação de impactos, thresholds de controle e instrumentos de intervenção. O debate envolve representantes de setores públicos e privados, além de entidades da área econômica.
Entre na conversa da comunidade