- O governo dos Estados Unidos expulsou o delegado brasileiro Marcelo Ivo de Carvalho, que atuava cedido ao Serviço de Imigração e Fiscalização Aduaneira (ICE) e participou da prisão do deputado federal cassado Alexandre Ramagem.
- A decisão, tomada nesta segunda-feira (20), determina que ele retorne ao Brasil nos próximos dias.
- O anúncio foi feito por meio de uma conta oficial do governo de Donald Trump nas redes sociais, que acusa Marcelo de “estender” perseguições políticas ao país.
- Ramagem foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal a 16 anos de prisão por tentativa de golpe de Estado, mas fugiu do Brasil para evitar a cadeia; a Polícia Federal não se manifestou sobre o caso.
O governo dos Estados Unidos expulsou o delegado brasileiro Marcelo Ivo de Carvalho, que atuava cedido pela Polícia Federal ao Serviço de Imigração e Controle de Alfândegas (ICE). A saída dele ocorre após o delegado ter participado da prisão do deputado federal cassado Alexandre Ramagem, detido sob suspeita de violar normas para estrangeiros. Ramagem foi liberado em seguida.
A expulsão foi anunciada na segunda-feira (20) por meio de uma publicação de uma conta oficial ligada ao governo de Donald Trump nas redes sociais. O texto afirma que nenhum estrangeiro pode manipular o sistema de imigração para contornar pedidos de extradição e estender perseguições políticas. Marcelo deverá retornar ao Brasil nos próximos dias.
Ramagem foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 16 anos de prisão por tentativa de golpe de Estado, mas fugiu do país para evitar a prisão. A Polícia Federal informou que não comentaria o caso. O governo brasileiro não confirmou publicamente a posição sobre a expulsão do delegado.
Detalhes da expulsão
Marcelo Ivo de Carvalho foi cedido pela PF ao ICE para atuar no órgão norte-americano. A decisão de expulsão, tomada nesta semana, encerra a atuação dele nos EUA e determina seu retorno ao Brasil. A PF não divulgou novos comunicados sobre o desfecho.
Repercussões diplomáticas
Autoridades brasileiras não comentaram o caso até o momento. Analistas destacam a importância de manter a cooperação entre países em ações de imigração e de combate a atividades consideradas ilegais no âmbito consular. A situação deve permanecer sob monitoramento.
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