- O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã afirmou que, no momento, não há planos para uma segunda rodada de negociações com os EUA.
- A agência iraniana IRNA afirmou que as exigências dos EUA e o bloqueio naval dificultam o avanço das negociações, sem perspectiva clara de progresso.
- O vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, e outros altos funcionários devem viajar ao Paquistão nesta segunda-feira.
- O ex-presidente Donald Trump afirmou, pelas redes sociais, que os EUA oferecem um acordo “muito justo e razoável” e ameaçou destruir usinas e pontes do Irã se não aceitarem.
- Trump também acusou o Irã de violar o cessar-fogo ao impor novo bloqueio ao Estreito de Ormuz, segundo a sua publicação.
O Irã afirmou que não há planos para uma nova rodada de negociações com os Estados Unidos. A declaração foi feita pelo porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, durante a coletiva semanal, ao citar que não há prazos para defender os interesses nacionais. O tema ganhou atenção após a apreensão de um navio de bandeira iraniana pelos EUA.
Ainda não está claro se haverá nova rodada de talks, especialmente após o episódio envolvendo a apreensão marítima. A agência de notícias iraniana IRNA enfatizou que as exigências dos EUA, mudanças de posição e o bloqueio naval prejudicam o andamento das negociações, além de acusar Washington de manobras midiáticas.
Nos Estados Unidos, o vice-presidente eleito JD Vance deve viajar ao Paquistão nesta segunda-feira para discutir o tema com autoridades locais. A comitiva ocorre em meio a tensões sobre o pacotão de sanções e sobre o cumprimento do cessar-fogo na região.
Enquanto os veículos oficiais no Irã negam planos para novas conversas, o governo americano sustenta que apresentou uma proposta considerada justa e razoável. Em contrapartida, o presidente Donald Trump voltou a cobrar ações contundentes contra o Irã, incluindo medidas econômicas e críticas ao comportamento na região.
Trump alegou que o Irã violou o cessar-fogo ao impor bloqueios no Estreito de Ormuz. Segundo ele, o bloqueio prejudicaria navios franceses e britânicos, enquanto o governo americano sustenta o bloqueio naval vigente. O ex-presidente afirmou que representantes dos EUA seguirão para Islamabad para negociações, com a expectativa de avanço diplomático.
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