- O Ministério das Relações Exteriores do Irã condenou a apreensão do cargueiro Touska por forças dos EUA e pediu a libertação imediata da embarcação, de seus marinheiros, tripulação e familiares.
- A ação ocorreu após a Marinha dos EUA interceptar o navio no Golfo de Omã, alegando que ele tentava ultrapassar o bloqueio naval norte-americano.
- Imagens divulgadas mostram um contratorpedeiro de mísseis guiados atirando contra o navio e fuzileiros realizando rapel no convés.
- O Irã classificou a apreensão como extremamente perigosa e criminosa e disse que usará todas as suas capacidades para defender interesses nacionais e a segurança dos cidadãos, responsabilizando os EUA por qualquer escalada.
- Não há confirmação sobre a nacionalidade da tripulação nem o número de pessoas a bordo; a CNN entrou em contato com o Comando Central dos EUA para obter informações atualizadas.
O Ministério das Relações Exteriores do Irã condenou a apreensão do cargueiro iraniano Touska pelos EUA e pediu a libertação imediata da embarcação, dos marinhos, da tripulação e de suas famílias. O comunicado foi divulgado nesta terça-feira (21).
Segundo a Marinha dos EUA, o navio foi interceptado no Golfo de Omã após tentar avançar além de um bloqueio naval norte-americano. A notícia foi apresentada com imagens de um contratorpedeiro de mísseis guiados abrindo fogo contra o navio e de fuzileiros realizando rapel até o convés.
O Irã descreveu a ação como extremamente perigosa e criminosa, afirmando que usará todas as suas capacidades para defender interesses nacionais e a segurança do país. O comunicado também responsabilizou os Estados Unidos pela possível escalada na região.
Não há informações claras sobre a nacionalidade da tripulação ou o número de pessoas a bordo do Touska. A CNN pediu esclarecimentos ao Comando Central dos EUA sobre a composição da tripulação e o estado atual do cargueiro.
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