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Lula critica bloqueio a Cuba e chama embargo dos EUA de vergonha global

Lula classifica o bloqueio dos EUA a Cuba como "vergonha global" e rejeita qualquer intervenção, defendendo soberania cubana e reforma da ONU

Presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante entrevista coletiva em Hannover, na Alemanha 20 de abril de 2026
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  • O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou o bloqueio dos Estados Unidos a Cuba, chamando o embargo de “vergonha global”.
  • A declaração foi feita durante uma coletiva de imprensa em Hannover, na Alemanha, com o chanceler alemão, Friedrich Merz.
  • Lula disse que é contra qualquer bloqueio e contra intervenções em qualquer país, incluindo Cuba, Alemanha e Brasil.
  • Ele mencionou a fala de Donald Trump, que afirmou que “Cuba é a próxima” em discurso recente, sem detalhar ações propostas.
  • O presidente aproveitou para defender a reforma do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas, dizendo que não pode ser dirigido por apenas cinco países.

Lula critica bloqueio a Cuba e rejeita intervenção

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou o bloqueio imposto pelos Estados Unidos a Cuba, classificado como uma “vergonha global”. A posição foi apresentada durante uma coletiva de imprensa em Hannover, na Alemanha, nesta segunda-feira (20), em encontro com o chanceler alemão Friedrich Merz.

Lula afirmou que não compactua com bloqueios ou intervenções em qualquer país, citando Cuba, Alemanha e Brasil. O presidente destacou que manter a “lei do mais forte” não funciona e reiterou a defesa do direito de Cuba de decidir seu destino. A fala ocorreu no contexto de perguntas sobre a possibilidade de ações americanas contra a ilha caribenha.

Na mesma agenda, Lula tratou da intervenção estrangeira como tema central, sem detalhar medidas específicas. O assunto ganhou relevância após declarações de Washington sobre a situação econômica de Cuba e rumores de possível atuação militar.

Reforma do Conselho de Segurança da ONU

Lula afirmou que a paz mundial não pode depender de poucos países privilegiados. Ele defendeu uma reforma do Conselho de Segurança da ONU, defendendo maior participação de diferentes nações para garantir maior representatividade e eficácia na manutenção da paz. As declarações reforçam a posição brasileira sobre governança internacional.

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