- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou o bloqueio dos Estados Unidos a Cuba, chamando o embargo de “vergonha global”.
- A declaração foi feita durante uma coletiva de imprensa em Hannover, na Alemanha, com o chanceler alemão, Friedrich Merz.
- Lula disse que é contra qualquer bloqueio e contra intervenções em qualquer país, incluindo Cuba, Alemanha e Brasil.
- Ele mencionou a fala de Donald Trump, que afirmou que “Cuba é a próxima” em discurso recente, sem detalhar ações propostas.
- O presidente aproveitou para defender a reforma do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas, dizendo que não pode ser dirigido por apenas cinco países.
Lula critica bloqueio a Cuba e rejeita intervenção
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou o bloqueio imposto pelos Estados Unidos a Cuba, classificado como uma “vergonha global”. A posição foi apresentada durante uma coletiva de imprensa em Hannover, na Alemanha, nesta segunda-feira (20), em encontro com o chanceler alemão Friedrich Merz.
Lula afirmou que não compactua com bloqueios ou intervenções em qualquer país, citando Cuba, Alemanha e Brasil. O presidente destacou que manter a “lei do mais forte” não funciona e reiterou a defesa do direito de Cuba de decidir seu destino. A fala ocorreu no contexto de perguntas sobre a possibilidade de ações americanas contra a ilha caribenha.
Na mesma agenda, Lula tratou da intervenção estrangeira como tema central, sem detalhar medidas específicas. O assunto ganhou relevância após declarações de Washington sobre a situação econômica de Cuba e rumores de possível atuação militar.
Reforma do Conselho de Segurança da ONU
Lula afirmou que a paz mundial não pode depender de poucos países privilegiados. Ele defendeu uma reforma do Conselho de Segurança da ONU, defendendo maior participação de diferentes nações para garantir maior representatividade e eficácia na manutenção da paz. As declarações reforçam a posição brasileira sobre governança internacional.
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