- Peter Magyar, vencedor das eleições na Hungria, nomeou Andras Karman (Finanças), Anita Orban (Relações Exteriores) e Istvan Kapitany (Economia e Energia) para o próximo governo.
- O partido Tisza venceu as eleições de 12 de abril, encerrando 16 anos de governo de Viktor Orbán, abrindo espaço para reformas que visam desbloquear bilhões de euros da União Europeia.
- Magyar afirmou que o mandato é enorme, com uma maioria expressiva e uma responsabilidade constante para atuar 24 horas por dia, 7 dias por semana.
- Andras Karman é ex-executivo do Erste Bank, já integrou o Banco Europeu de Investimentos e foi secretário de Estado no Ministério da Economia após 2010; Istvan Kapitany foi vice-presidente global da Shell e liderou uma associação de executivos.
- Anita Orban, diretora de assuntos públicos na Vodafone e com atuação diplomática entre 2010 e 2015, não tem parentesco com Viktor Orbán; o governo pode tomar posse na semana de 11 de maio, com cerimônia prevista para 9 ou 10 de maio.
O vencedor das eleições húngaras, Peter Magyar, anunciou nesta segunda-feira a composição do seu possível governo. Foram confirmadas as nomeações de Andras Karman para Finanças, Anita Orban para Relações Exteriores e Istvan Kapitany para Economia e Energia.
Magyar afirmou que o governo poderá assumir durante a semana de 11 de maio, com a posse prevista para 9 ou 10 de maio na sessão inaugural do Parlamento. A expectativa acompanha a gestão da transição.
A vitória do partido Tisza (Respeito e Liberdade) nas eleições de 12 de abril encerrou 16 anos de mandato de Viktor Orbán, marcado por debates sobre o Estado de Direito que envolveram a União Europeia.
Nomeações confirmadas e perfis
Andras Karman, ex-executivo do Erste Bank, integra o secretariado de Magyar e tem passagem pelo Conselho do BEI e pela Secretaria de Estado do Ministério da Economia. Kapitany, ex-vice-presidente da Shell, liderou uma associação de executivos.
Anita Orban, sem parentesco com Viktor, comandou a área pública na Vodafone e ocupou cargos diplomáticos no Ministério das Relações Exteriores entre 2010 e 2015. A equipe indica foco em retorno de fundos da UE e políticas estáveis.
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