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Pendente de 400 anos reaparece ligado ao Pavilhão dos EUA na Bienal

Comissária sem experiência em artes assume o Pavilhão dos EUA na Veneza Bienal, enquanto colar-memento mori de 1635 reaparece em pintura inglesa

Portrait of Jenni Pardino.
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  • US Pavilion na Bienal de Veneza tem Jenni Parido como comissária há 37 anos, com pouca experiência anterior na área; Jeffrey Uslip foi escolhido para curadoria e Alma Allen foi anunciada como representante americana, após outros nomes terem desistido.
  • Um pendente memento mori, visto em uma pintura inglesa de 1635 de John Souch, foi redescoberto na Manchester Art Gallery; o broche, que inclui cabelo do falecido filho do casal Aston, vale cerca de £650 mil (aproximadamente $879 mil).
  • Finlândia afirma que não comparecerá à Veneza Bienal, caso o Pavilhão Russo seja exibido conforme planejado; a decisão envolve liderança política do país.
  • A galerista Jenny Falckenberg, de Hamburgo, morreu aos 45 anos.
  • Pesquisadores no México identificaram dezesseis petroglifos e pinturas rupestres pré-históricas e do período mesoamericano em dois paredões no estado de Hidalgo.

O New York Times investigou a preparação do pavilhão dos EUA na Bienal de Veneza, destacando que a comissária de 37 anos, Jenni Parido, não possui experiência profissional anterior na área das artes. Ela atuou recentemente em uma loja de alimentação de luxo para animais na Flórida, antes de indicar Jeffrey Uslip como curador. Alma Allen foi escolhida como representante norte-americana, após recusas iniciais de outros nomes como William Eggleston e Barbara Chase-Riboud. A reportagem ressalta que a escolha gerou questionamentos sobre trajetória e neutralidade institucional.

Entre as curiosidades, há ainda a redescoberta de um pingente memorial em um retrato inglês de 1635, que aparece na obra Sir Thomas Aston at the Deathbed of His Wife, de John Souch, exposta na Manchester Art Gallery. O colar, feito para lembrar outro filho do casal, guarda cabelo de Robert e está estimado em £650 mil. Historiadores afirmam que o objeto pode esclarecer aspectos da pintura e de seu contexto familiar.

Na curadoria, o noticiário aponta que outras lideranças e nomes do meio artístico foram citados ao longo das discussões sobre o pavilhão. Em paralelo, a cobertura internacional traz atualizações sobre festivais, museus e artistas, com menções a exposições de destaque e mudanças diretivas em instituições de arte ao redor do mundo.

O digest apresenta ainda que Finlandia planeja não enviar líder político à Veneza se o Pavilhão Russo abrir como previsto, segundo apuração da ARTnews. Também são destacados: a morte súbita de Jenny Falckenberg, galerista de Hamburgo, aos 45 anos; a descoberta de 16 petroglifos e pinturas na cidade de Hidalgo, México; e o surgimento de uma nova geração de mulheres árabes no street art, segundo Vogue Arabia.

Outra linha de notícia ressalta a retrospectiva da escultora sul-coreana Kim Yun Shin, aos 91 anos, em Yongin, que marca reconhecimento histórico para a artista na Ho-Am Museum of Art. Também foi anunciada a nomeação de Maria Schnyder como nova diretora do De Pont Museum, na Holanda, conforme informações de ArtDependence.

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