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Rússia prende alemã suspeita de planejar ataque com explosivo na mochila

FSB prende alemã de cinquenta e sete anos com artefato explosivo em Stavropol; caso ligado à inteligência ucraniana, alvo seria instalação policial, investigação

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  • O Serviço Federal de Segurança da Rússia (FSB) informou a detenção, nesta segunda-feira, de uma mulher alemã, 57 anos, na região de Stavropol, sudeste do país.
  • Segundo a FSB, ela era suspeita de planejar um ataque com explosivo em uma mochila.
  • A agência afirmou que o caso teria ligação com uma operação coordenada pela inteligência da Ucrânia, informação ainda não verificada de forma independente.
  • O alvo do suposto ataque seria uma instalação policial, em uma operação de “bandeira falsa” atribuída a serviços de inteligência ucranianos.
  • A FSB também citou a identificação de um cidadão de um país da Ásia Central ligado ao caso, que teria sido recrutado por agentes estrangeiros; a situação está em investigação.

O Serviço Federal de Segurança da Rússia (FSB) informou ter detido uma mulher alemã, de 57 anos, sob suspeita de planejar um ataque com explosivo na região de Stavropol, no sudeste do país, nesta segunda-feira (20). A operação é apresentada pelo FSB como ligada a uma suposta ação coordenada pela inteligência da Ucrânia, versão ainda não verificada de forma independente.

Segundo o FSB, a suspeita foi abordada com uma mochila contendo um artefato explosivo. Imagens divulgadas pelas autoridades mostram a mulher sendo detida em um estacionamento, com agentes cercando o local. O material foi detonada de forma controlada por especialistas.

Alvo alegado e contexto da acusação

O órgão afirma que o ataque teria como alvo uma instalação policial na região. O FSB descreve a operação como parte de uma suposta “bandeira falsa” coordenada por serviços de inteligência ucranianos, versão que não foi corroborada por fontes independentes.

Outras linhas da investigação

O FSB também informou a identificação de um cidadão de um país da Ásia Central ligado ao caso. A autoridade afirma que ele teria sido recrutado para participar da ação sob orientação de agentes estrangeiros, ainda sob investigação.

Até o momento, não há confirmação independente das acusações apresentadas pelo FSB.

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