- Trump disse que Israel nunca o convenceu a atacar o Irã, citando os acontecimentos de 7 de outubro e sua convicção de que o Irã não poderá ter arma nuclear.
- Ele afirmou que o líder israelense Benjamin Netanyahu não o influenciou e que críticas de comentaristas de direita não mudaram sua posição.
- O presidente ressaltou que “os resultados no Irã serão surpreendentes” e que, se novos líderes iranianos forem inteligentes, o país pode ter um futuro grandioso e próspero.
- Os EUA se preparam para retomar negociações no Paquistão, enquanto o Irã ainda não se decidiu sobre uma segunda rodada de negociações.
- Existe um cessar-fogo de duas semanas entre Washington e Teerã, que deve terminar na próxima quarta-feira, 22, com buscas por uma resolução que evite novos conflitos no Oriente Médio.
Donald Trump afirmou nesta segunda-feira (20) que Israel não o convenceu a partir para uma guerra contra o Irã. Segundo o presidente dos EUA, os desdobramentos de 7 de outubro e a convicção histórica de que o Irã não deverá ter armas nucleares pesaram mais em sua decisão.
Em publicação na Truth Social, Trump disse que os resultados no Irã serão surpreendentes e manteve a posição de que o país não pode possuir armas nucleares. Ele mencionou, ainda, que as críticas de comentaristas de direita não influenciaram sua avaliação.
O texto também sugeriu que, se surgirem líderes iranianos mais capazes, o Irã poderia ter um futuro grandioso e próspero. O comentário acompanhou o tema de política externa que envolve a relação entre EUA, Israel e Irã.
Cessar-fogo e negociações regionais
Washington e Teerã estão em um cessar-fogo de duas semanas, com validade até a próxima quarta-feira (22). Enquanto isso, negociadores tentam encontrar uma solução definitiva para o conflito na região.
As negociações ocorrem no contexto de tensões entre EUA e Irã, com o Irã ainda sem decidir sobre uma segunda rodada de contatos. O objetivo é evitar novos confrontos no Oriente Médio e promover um acordo duradouro.
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