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UE amplia sanções contra Irã por bloqueio de Estreito de Ormuz

UE ampliará sanções contra o Irã para incluir responsáveis pelo bloqueio do Estreito de Ormuz, que permanece fechado e afeta mercados globais de energia

Imagem aérea do Estreito de Ormuz, onde passam navios petroleiros (Foto: Gallo Images/Orbital Horizon/Copernicus Sentinel Data 2026/Getty Images/Project Syndicate)
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  • A União Europeia vai ampliar os critérios de sanções contra o Irã para incluir responsáveis pelo bloqueio do Estreito de Ormuz.
  • O estreito está praticamente fechado há quase dois meses, afetando mercados globais de energia e commodities.
  • O fechamento ocorreu após ataques dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã, em 28 de fevereiro.
  • Embaixadores chegaram a um acordo político para listar pessoas e entidades responsáveis pela obstrução da navegação no Ormuz; o SEAE precisa de algumas semanas para preparar a nova listagem.
  • A UE já havia designado a Guarda Revolucionária do Irã como organização terrorista em janeiro e listou autoridades iranianas por violações de direitos humanos em março.

A União Europeia ampliará os critérios de suas sanções contra o Irã para incluir os responsáveis pelo bloqueio do Estreito de Ormuz. A ação foi anunciada por dois diplomatas da UE, em Bruxelas e Paris, em data desta terça-feira. O objetivo é responsabilizar quem obstrui a passagem de navios no estreito estratégico.

O estreito permanece praticamente fechado há quase dois meses, após ataques dos EUA e de Israel contra o Irã. A medida impacta os fluxos globais de petróleo e gás natural liquefeito, com consequências para mercados de energia e commodities.

Mais de uma dúzia de navios-tanque navegaram por Ormuz após o Irã ter declarado brevemente o estreito aberto na sexta-feira. No entanto, o acordo de cessar-fogo ficou em risco após a apreensão de um navio iraniano pelos EUA.

Houve acordo político entre os embaixadores para ajustar o regime de sanções, incluindo pessoas e entidades envolvidas na obstrução da liberdade de navegação. A designação oficial depende de tramitação institucional na UE.

A equipe do Serviço Europeu de Ação Externa precisará de semanas para preparar a nova listagem, conforme uma segunda fonte diplomática. O SEAE cuidará de pessoas e entidades; a Comissão lida com restrições setoriais.

Em janeiro, a UE já designou a Guarda Revolucionária do Irã como organização terrorista e, em março, listou autoridades iranianas por violações de direitos humanos. As medidas seguem o contexto de tensão regional.

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