- EUA expulsaram o delegado da Polícia Federal Marcelo Ivo de Carvalho, que atuou na prisão do ex-chefe da Agência Brasileira de Inteligência e ex-deputado federal Alexandre Ramagem.
- O presidente em exercício, Geraldo Alckmin, afirmou que o Brasil reage pela lógica da reciprocidade e que é preciso aguardar.
- Lula, que está na Europa, disse que, se houver abuso de autoridades dos EUA, o Brasil adotará reciprocidade.
- Lula foi informado pela manhã sobre o caso e afirmou que não aceitará ingerência ou abuso de autoridade por parte dos Estados Unidos.
Geraldo Alckmin, presidente em exercício, comentou a decisão dos EUA de expulsar o delegado da Polícia Federal Marcelo Ivo de Carvalho, envolvido no caso que apontou Ramagem. O entendimento é de reciprocidade entre os dois países, sem apontar prazos ou ações futuras.
A defesa da atuação do delegado ocorreu enquanto ele atuou na prisão do ex-secretário da Abin e ex-deputado Ramagem. Alckmin declarou que o Brasil mantém a lógica de reciprocidade e que é preciso aguardar para entender o desdobramento.
O episódio também contou com fala do presidente Lula, em missão na Europa, que afirmou que, se houver abuso de autoridades dos EUA, o Brasil adotará reciprocidade. Lula disse ter sido informado e que não tolerará ingerência no relacionamento entre os países.
Reciprocidade entre Brasil e EUA
Lula afirmou que o Brasil pode responder de forma igual caso haja abuso por parte de autoridades americanas. A declaração reforça a linha de posição compartilhada pela equipe de governo, que acompanha o caso desta semana.
Segundo a leitura oficial, a expulsão envolve um policial brasileiro que participou de ações ligadas a Ramagem. O governo brasileiro ainda não anunciou medidas, limitando-se a apontar a necessidade de aguardar os próximos passos.
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