- O ataque a tiros nas pirâmides de Teotihuacan, no México, deixou treze feridos, entre eles duas brasileiras; uma adolescente de treze anos já recebeu alta e está com a família.
- O autor dos disparos matou uma mulher canadense e, em seguida, tirou a própria vida.
- O Itamaraty informou que o consulado foi acionado e está prestando apoio às brasileiras feridas.
- A outra brasileira permanece internada, sem risco de morte; a identidade não foi divulgada.
- Além das brasileiras, também ficaram feridos turistas de outras nacionalidades, incluindo uma colombiana, outra canadense, um russo e viajantes dos Estados Unidos; o suspeito foi identificado como Julio César Jasso Ramírez.
O ataque a tiros nas pirâmides de Teotihuacan, nos arredores da Cidade do México, deixou 13 feridos entre turistas de várias nacionalidades. Entre as vítimas, estavam duas brasileiras: uma adolescente de 13 anos que já teve alta e está com a família, e outra mulher brasileira ainda hospitalizada, sem risco de morte.
Segundo o Itamaraty, o consulado brasileiro foi acionado para prestar apoio às turistas feridas. A investigação segue em curso, com autoridades mexicanas reunindo informações para esclarecer o ataque ocorrido nesta segunda-feira (20).
Quem esteve envolvido
- Agressor: identificado como Julio César Jasso Ramírez, que teria se hospedado próximo ao local para planejar o crime. Relatos indicam que ele se lançou ao disparo a partir de uma estrutura no complexo arqueológico. A própria pessoa atentou contra a própria vida após o ataque.
- Vítimas: além das brasileiras, houve ferimentos em uma mulher colombiana, outra canadense, um cidadão russo e turistas dos Estados Unidos. Uma canadense foi morta no incidente.
- Representação brasileira: o Itamaraty informou que o consulado prestou apoio às brasileiras feridas e acompanha o caso, com cooperação de autoridades mexicanas.
Contexto e desdobramentos
- O ataque ocorreu em Teotihuacan, um dos principais sítios arqueológicos do México, durante o período de visitação. Vídeos divulgados nas redes mostram o momento das explosões de violência no topo da Pirâmide da Lua.
- Fronteiras de atuação: as autoridades mexicanas destacaram apoio permanente a vítimas de diferentes nacionalidades, com articulação entre órgãos de segurança e serviços de emergência.
- Situação das vítimas: uma brasileira permanece internada sem risco de morte; outra já recebeu alta e está com a família. O canadense falecido e os demais feridos continuam sob acompanhamento médico conforme a gravidade dos casos.
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