- EUA apreenderam outro navio-tanque ligado ao Irã em águas internacionais, nesta terça-feira, próximo ao Sri Lanka, no Oceano Índico, com capacidade para 2 milhões de barris de petróleo bruto e quase totalmente carregado.
- O navio, conhecido como Tifani, foi abordado sem incidentes e estava com destino sinalizado a Cingapura, segundo rastreamento da MarineTraffic.
- O Comando Central dos EUA afirmou que seguirá os esforços de fiscalização marítima para interromper redes ilícitas e embarcações sancionadas que apoiam o Irã.
- Esta é a segunda apreensão de um navio ligado ao Irã; no fim de semana, a Marinha dos EUA abordou o cargueiro Touska no Golfo de Omã, encontrando itens militares a bordo.
- O Irã afirmou que o bloqueio de seus portos é uma violação da trégua e disse que não negocia enquanto o bloqueio estiver em vigor; o ex-presidente Donald Trump comentou, sem detalhes, que o Irã cometeu várias violações do cessar-fogo.
O Exército dos EUA informou que apreendeu um navio-tanque ligado ao Irã em águas internacionais, ampliando o bloqueio naval sobre o regime. A operação ocorreu nesta terça-feira, sem incidentes, segundo o Comando Central dos EUA.
O navio-tanque Tifani, com capacidade para até 2 milhões de barris de petróleo, foi abordado perto do Sri Lanka, no Oceano Índico. A última posição do navio, que estava próximo de Singapore como destino, foi confirmada por dados de rastreamento.
O Centcom destacou a continuidade dos esforços de fiscalização marítima para interromper redes ilícitas e impedir embarcações sancionadas que apoiam o Irã, em alinhamento com as restrições vigentes.
O Irã não emitiu comentário imediato sobre a apreensão. O país já havia rejeitado o bloqueio aos seus portos, alegando violação de cessar-fogo e afirmando que não negociará enquanto a restrição permanecer.
Essa é a segunda apreensão de um navio ligado ao Irã em menos de uma semana. No fim de semana, a Marinha dos EUA abordou o cargueiro Touska, no Golfo de Omã, após disparos para forçar a parada.
O conjunto de ações incluiu evacuação da casa de máquinas, disparos de advertência e tomada de controle pela marinha estadounidense, com participação de fuzileiros navais conforme o relato do Centcom.
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