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EUA equiparão navios com mísseis Patriot contra ameaça hipersônica chinesa

Marinha dos Estados Unidos vai instalar interceptadores Patriot para ampliar defesa contra mísseis hipersônicos da China, com PAC-3 MSE

Produção do míssil interceptador deve triplicar nos próximos sete anos
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  • A Marinha dos Estados Unidos vai equipar navios com mísseis Patriot para enfrentar a ameaça hipersônica da China no Pacífico.
  • A Lockheed Martin assinou contrato para integrar o PAC-3 MSE (Patriot Advanced Capability-3 Missile Segment Enhancement) ao sistema de combate Aegis, marcando a primeira implantação em navios.
  • A decisão é motivada pelo temor de que a China possa usar armas hipersônicas para afundar navios na região.
  • O PAC-3 MSE oferece maior agilidade e o modo de destruição “hit to kill”, fortalecendo a defesa antimísseis dos destróieres equipados com o Aegis.
  • A demanda por mísseis Patriot deve triplicar nos próximos sete anos, segundo acordo entre a Lockheed Martin e o Pentágono, chegando a mais de dois mil mísseis por ano.

A Marinha dos Estados Unidos vai equipar seus navios com mísseis Patriot para enfrentar a ameaça hipersônica de China. A Lockheed Martin informou, nesta terça-feira, que recebeu contrato para integrar o interceptador PAC-3 MSE ao sistema de combate Aegis, marcando a primeira instalação do míssil no mar. A medida visa fortalecer a defesa antimísseis da frota de destróieres.

Segundo a empresa, a integração do Patriot no Aegis representa um avanço na capacidade de resposta a ameaças de alta velocidade. O PAC-3 MSE, com conceito “hit to kill”, é mais ágil que os mísseis atuais usados pela Marinha e pode aumentar a efetividade diante de mísseis balísticos de manobra.

Detalhes da implementação

A implantação reforça a camada de proteção dos navios equipados com Aegis, que já utilizam mísseis da família SM e o RIM-162 Evolved SeaSparrow. A Reuters informou, em outubro de 2024, que o projeto estava em andamento por temores de ataques hipersônicos.

A demanda pelo Patriot também continua a crescer. Em acordo com o Pentágono assinado em janeiro, a produção do interceptador deve triplicar nos próximos sete anos, passando de cerca de 600 mísseis anuais para mais de 2.000.

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