- O Departamento de Defesa dos EUA informou ter interceptado e inspecionado sem incidentes o petroleiro M/T Tifani, sancionado e apátrida, na área de responsabilidade do INDOPACOM.
- A AFP identificou a embarcação como ligada ao Irã; segundo a Vanguard Tech, o navio foi interceptado no Oceano Índico e, conforme a Kpler, carregou cerca de dois milhões de barris de petróleo na Ilha de Kharg em cinco de abril, seguindo para Singapura.
- O governo americano disse estar determinado a desmantelar redes ilícitas que fornecem apoio material ao Irã, independentemente de onde operem.
- O Estreito de Ormuz, rota de cerca de vinte por cento do petróleo mundial, já foi reaberto brevemente pelo Irã e, em seguida, novamente fechado para países hostis; os EUA mantêm o bloqueio naval.
- A situação diplomática envolve negociações entre EUA e Irã em Paquistão, com relatos sobre a possível chegada de representantes a Islamabad, e tensões internas na liderança iraniana sobre a linha a seguir nas negociações.
O Departamento de Defesa dos EUA informou ter interceptado e inspecionado sem incidentes o petroleiro M/T Tifani, alvo de sanções e ligado ao Irã, em uma área não especificada. A ação ocorreu durante a noite, segundo a instituição, na área de responsabilidade do INDOPACOM, que abrange o Pacífico e o Índico.
A agência afirmou que a interdição foi realizada com direito de visita e abordagem. O navio, de bandeira Botsuana, foi identificado pela AFP como vinculado a atividades iranianas. A embarcação havia carregado cerca de 2 milhões de barris de petróleo bruto na Ilha de Kharg, e transitava pelo Estreito de Ormuz em direção a Singapura, conforme dados da Kpler.
Contexto e negociações
O Irã abriu brevemente a passagem estratégica, que iniciações administravam de forma intermitente, mas voltou a fechar para países considerados hostis. O governo americano mantém o bloqueio naval na região, com Trump indicando não abandonar o embargo até haver acordo. Medidores do Paquistão informaram que líderes das equipes diplomáticas devem chegar a Islamabad, onde se seguem negociações.
Segundo a The Associated Press, o vice-presidente americano e o presidente do Parlamento iraniano devem chegar a Islamabad, com o objetivo de retomar conversas. Dados do Axios indicam que o objetivo é reduzir tensões, embora haja divergências internas entre órgãos iranianos. Analistas veem o bloqueio como elemento central das negociações, que ainda estão em negociação.
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