- A Lockheed Martin recebeu contrato para integrar o míssil Patriot ao sistema de combate Aegis da Marinha dos Estados Unidos, marcando a primeira vez que a arma será implantada no mar.
- A iniciativa envolve o PAC-3 MSE, com interceptação “hit to kill”, para enfrentar mísseis balísticos de manobra e fortalecer a defesa antimísseis da frota de destróieres.
- O PAC-3 MSE é mais ágil que os interceptadores atuais da marinha e pode fornecer uma camada adicional de proteção aos navios equipados com Aegis, que já utilizam SM-2, SM-3, SM-6 e o RIM-162 Evolved SeaSparrow.
- A demanda pelo Patriot aumentou: acordo entre a Lockheed Martin e o Pentágono, em janeiro, prevê triplicar a produção de PAC-3 nos próximos sete anos, de cerca de 600 mísseis por ano para mais de 2.000.
- Em outubro de 2024, a Reuters informou o avanço dos planos de armar navios com interceptadores PAC-3 MSE.
Ação para equipar navios com mísseis Patriot foi anunciada pela Lockheed Martin, em contrato que visa integrar o interceptador PAC-3 MSE ao sistema Aegis da Marinha dos EUA. A novidade marca a primeira implantação da arma no mar, segundo a própria empresa.
A medida amplia o escudo antimísseis que protege a frota de destróieres da Marinha, fortalecendo a defesa contra mísseis balísticos de alta velocidade e manobra. A integração tem sido estudada pela indústria naval ao longo dos últimos anos.
Segundo relatado pela Reuters, a decisão ocorre em um contexto de preocupação com capacidades chinesas hipersônicas, que motivou planos para armar navios com interceptadores avançados. O PAC-3 MSE é mais ágil e utiliza o conceito hit to kill, atingindo o alvo diretamente.
A initiative envolve a Lockheed Martin e o Departamento de Defesa dos EUA, com a expectativa de ampliar o uso de interceptadores Patriot em plataformas navais, além dos sistemas já existentes na frota. A meta é reforçar camadas de defesa para a frota sob o guarda-chuva Aegis.
Conforme acordo fechado com o Pentágono em janeiro, a produção do interceptor deve triplicar nos próximos sete anos, passando de cerca de 600 mísseis por ano para mais de 2.000. A demanda crescente reflete a estratégia de dissuasão e proteção de ativos marítimos.
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