- O indicado pelo presidente Donald Trump para presidir o Fed, Kevin Warsh, fará discurso de confirmação na Comissão Bancária do Senado dos EUA, nesta terça-feira, 21 de abril de 2025, às 10h (horário de Brasília.
- Warsh, de 56 anos, já integrou o Conselho de Governadores do Fed entre 2006 e 2011, e promete que a condução da política monetária continue estritamente independente.
- O discurso define limites da independência do banco central, dizendo que o Fed deve trabalhar com o governo e o Congresso em questões não monetárias.
- O candidato defende reformas no Fed e sustenta que manter o status quo diante de instituições grandes e complexas pode ser prejudicial em um mundo em rápida mudança.
- Warsh critica a ideia de que o Fed deve se envolver em políticas fiscais, sociais ou climáticas, reforçando que o foco deve permanecer na estabilidade de preços e na área de atuação do banco central.
Kevin Warsh, indicado por Donald Trump para chefiar o Fed, deve afirmar hoje seu compromisso com a independência da condução monetária durante audiência de confirmação na Comissão Bancária do Senado dos EUA. O evento ocorre nesta terça-feira (21 abr 2025).
Warsh, de 56 anos, fará o discurso às 10h (horário de Brasília). Ele já integrou o Conselho de Governadores do Fed entre 2006 e 2011, e busca a confirmação para substituir Jerome Powell na presidência da instituição.
O indicado defende estabelecer limites claros à independência do banco central. Segundo ele, a autonomia operacional não pode abranger todas as funções mandatadas pelo Congresso, especialmente na regulação, supervisão e finanças internacionais.
Relevância institucional
Warsh afirma estar disposto a trabalhar com o governo e o Congresso em questões não monetárias que integram as atribuições do Fed, destacando a necessidade de reformas. O texto de referência destaca críticas que ele faz ao banco desde sua saída.
Ele sustenta que o Fed deve atuar dentro de sua área de atuação, evitando assumir temas de política fiscal ou social. Ainda aponta que a inflação é crítica para a estabilidade do sistema previdenciário e de governança econômica.
Warsh argumenta que a independência está ameaçada pela dificuldade do Fed em cumprir seu mandato de estabilidade de preços. Ele reforça que a inflação elevada pode minar a confiança no sistema de governança econômica e na própria independência da política monetária.
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