- O Irã afirmou que responderá de forma imediata e decisiva a ações hostis de rivais, segundo o comandante do Quartel-General Central de Khatam al-Anibiya.
- A agência Tasnim disse que Teerã tem vantagem na gestão do Estreito de Ormuz e não permitirá que os EUA criem narrativas falsas sobre a situação no terreno.
- Os comentários aparecem depois de Mohammad Bagher Ghalibaf, presidente do parlamento, afirmar que o país não participaria de negociações sob ameaça e que estaria pronto para revelar novas cartas no campo de batalha.
- O Irã abriu brevemente o Estreito de Ormuz na sexta-feira, 17 de abril, mas o fechou novamente no sábado, 18 de abril, por não haver suspensão do contrabloqueio americano.
- O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que quer retomar a navegação no estreito aos níveis pré-guerra e ameaçou bombardeios caso não haja acordo até 22 de abril.
O Irã afirmou que responderá de forma imediata e decisiva a ações hostis de rivais. O anúncio foi feito pelo segundo comandante do Quartel-General Central de Khatam al-Anibiya. A declaração sinaliza preparação para retaliação caso haja novas ações contra o país.
Segundo a Tasnim, o militar ressaltou que Teerã tem vantagem na gestão do Estreito de Ormuz e que não permitirá que o presidente dos EUA crie narrativas falsas sobre a situação no terreno. A mensagem chega em meio a tensões regionais.
Também foi citado o presidente do parlamento iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, que lideraria a delegação iraniana em negociações de paz no Paquistão. Ghalibaf afirmou que o Irã não participará de tratados sob ameaça.
Fechamento do Estreito
O Irã abriu brevemente o Estreito de Ormuz na sexta-feira, 17 de abril, mas a passagem foi fechada no sábado, 18 de abril, para navios de países considerados hostis. A medida ocorreu porque os EUA não suspenderam o contrabloqueio.
O tom das autoridades iranianas ocorre enquanto o presidente americano, Donald Trump, pressiona por retorno aos níveis de navegação anteriores. Trump disse que retomaria bombardeios se não houver acordo até o prazo final de 22 de abril.
A conversa sobre a situação no Golfo envolve questões de segurança, controle de trânsito marítimo e pressões econômicas. As informações destacam a relevância regional e as possíveis consequências para o comércio internacional.
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