- A extensão do cessar-fogo com o Irã, anunciada por Donald Trump, é descrita por Mohammad Baqer Qalibaf como uma “manobra para ganhar tempo” para um possível ataque surpresa.
- Trump afirmou ter ordenado que as Forças Armadas mantenham o bloqueio aos portos iranianos e permaneçam prontas em outros aspectos.
- O pedido de cessar-fogo teria sido feito pelo Marechal Asim Munir, chefe do Exército paquistanês, e pelo Primeiro-Ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif.
- Um assessor de Qalibaf, em postagem na rede X, disse que a continuidade do bloqueio marítimo dos EUA é “não diferente de um bombardeio” e deve ser respondida militarmente.
- A explanação cita a situação interna do Irã, com afirmações sobre fragmentação do governo e a necessidade de uma proposta unificada para representantes apresentarem.
A extensão do cessar-fogo com o Irã, anunciada por Donald Trump, foi classificada por um assessor de Mohammad Baqer Qalibaf, presidente do Parlamento iraniano, como uma manobra de ganho de tempo para um possível ataque surpresa. A avaliação foi veiculada por meio de redes sociais.
Segundo a declaração, Trump havia dito que as Forças Armadas deveriam manter o bloqueio aos portos iranianos e permanecer prontas, enquanto os demais aspectos do conflito estariam em alerta. O líder norte-americano afirmou que o cessar-fogo foi solicitado por autoridades paquistanesas.
Trump destacou ainda que o governo iraniano estaria fragmentado, e que a suspensão dos ataques permitiria que líderes apresentassem uma proposta unificada. A informação foi publicada por meio da Truth Social e reproduzida por agências internacionais.
Posição do Irã
Um assessor de Qalibaf afirmou, em postagem no X, que manter o bloqueio aos portos iranianos seria equivalente a bombardear o país, sugerindo que a resposta de Teerã deveria ser militar caso haja continuidade do bloqueio. A declaração reforça a tensão entre as partes.
(Com informações da Reuters)
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