- A visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a Lisboa, nesta terça-feira, ocorreu em frente ao Palácio de Belém, com protestos a favor e contra o petista.
- Lula participou de almoço em homenagem oferecido pelo presidente português, António José Seguro, e depois teve reunião com Seguro.
- Antes, o petista se reuniu com o primeiro-ministro Luís Montenegro, com quem fez uma declaração conjunta à imprensa.
- Os protestos contrários a Lula foram organizados pelo Chega; manifestantes exibiram placas como “Lula Ladrão” e chamaram o PT e o STF de facções criminosas.
- Um segundo grupo apoiou Lula, com faixas como “Lula 2026” e símbolos do Brasil, de Portugal e do PT; o tema central das conversas foi a xenofobia contra brasileiros em Portugal.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva visitou Lisboa nesta terça-feira, 21/4, em Portugal. Em frente ao Palácio de Belém, residência oficial do presidente António José Seguro, ocorreram protestos pró e contra o petista. Lula participou de almoço em homenagem oferecido por Seguro e, posteriormente, teve encontro com o presidente português.
Antes, Lula reuniu-se com o primeiro-ministro Luís Montenegro e divulgou uma declaração conjunta à imprensa. Em seguida, houve a reunião agendada com Seguro para tratar de temas bilaterais entre Brasil e Portugal.
Os protestos contrários a Lula foram organizados pelo Chega, partido de ultradireita. Manifestantes ergueram faixas com a frase Lula Ladrão e cartazes associando o PT e o STF a facções criminosas. O grupo pediu a prisão do presidente.
Do lado favorável, o diretório do PT em Lisboa organizou uma manifestação com faixas Lula 2026 e bandeiras do Brasil, de Portugal e do partido. Cartazes com o rosto de Lula também foram exibidos.
A visita de Lula à Europa inclui ainda passagens pela Espanha e pela Alemanha, com retorno ao Brasil previsto para esta terça. Um dos temas dos encontros, entre Montenegro e Seguro, foi a xenofobia e a discriminação contra brasileiros em Portugal.
Segundo organizadores, houve relatos de discriminação e incidentes xenófobos recentemente, o que motivou parte dos encontros entre o presidente brasileiro e as autoridades portuguesas. As assessorias não divulgaram números oficiais de casos.
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