- Em Lisboa, Lula criticou guerras mundiais ao lado do primeiro-ministro de Portugal, Luís Montenegro, dizendo que o planeta enfrenta a maior quantidade de conflitos desde a Segunda Guerra Mundial.
- O presidente afirmou que não existe uma única instituição capaz de falar a palavra paz.
- Lula citou Donald Trump, dizendo que ele afirmou ter acabado com oito guerras e sugeriu que o Nobel da Paz poderia ser dele para evitar guerras.
- Em Hannover, Alemanha, Lula repetiu críticas a conflitos durante coletiva ao lado do chanceler Friedrich Merz, e disse que Brasil e Alemanha querem paz.
- A agenda incluiu reunião com Merz, participação na abertura da Feira Industrial de Hannover, com o Brasil como país parceiro, e presença de ministros brasileiros, como Mauro Vieira e Dario Durigan.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a criticar guerras em pleno cenário internacional. A declaração ocorreu durante um pronunciamento ao lado do primeiro-ministro de Portugal, Luís Montenegro, em Lisboa, na última parada da viagem à Europa.
Lula afirmou que o planeta vive hoje a maior quantidade de conflitos desde a Segunda Guerra Mundial e enfatizou a ausência de uma instituição capaz de defender a palavra paz. A fala ocorreu em meio à agenda oficial com Montenegro.
Em tom crítico, o presidente citou Donald Trump, alegando que ele afirmou, de forma recorrente, ter encerrado oito guerras e ter merecido o Nobel da Paz. Lula disse que, para evitar guerras, seria melhor premiá-lo de imediato, em tom irônico.
Críticas a conflitos na Europa
Na segunda-feira, 20, Lula disse que a humanidade vive assustadora quantidade de guerras e mortes. A fala foi durante coletiva de imprensa ao lado do chanceler alemão, Friedrich Merz, em Berlim, após chegar a Hannover, no domingo.
O presidente chegou à Alemanha para reunião privada com Merz e participou de audiência com Martin Schulz, presidente da Fundação Friedrich Ebert, instituição ligada à social-democracia. A agenda incluiu a cerimônia de abertura da Feira Industrial de Hannover.
Lula destacou que Brasil e Alemanha devem servir de exemplo de busca pela paz, em meio a conflitos que, segundo ele, não deveriam ocorrer. A participação do Brasil na Feira Industrial de Hannover marca a parceria do país sul-americano com a Alemanha.
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