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Órgão britânico investiga Telegram por casos de abuso sexual infantil

Ofcom investiga Telegram por possível compartilhamento de material de abuso sexual infantil, como parte das medidas de segurança online do Reino Unido

Telegram é investido pela agência reguladora das comunicações do Reino Unido
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  • A Ofcom abriu investigação sobre o Telegram, após indícios de compartilhamento de material de abuso sexual infantil na plataforma.
  • A iniciativa faz parte dos esforços do Reino Unido para reduzir a exposição de crianças a conteúdos prejudiciais na internet, ampliando responsabilidades das plataformas.
  • A investigação acompanha evidências do Centro Canadense de Proteção à Criança e avaliação própria da Ofcom sobre o Telegram.
  • O Telegram negou as acusações e afirmou ter eliminado, desde 2018, a disseminação pública de conteúdo de abuso infantil por meio de algoritmos de detecção.
  • A Ofcom também abriu apurações sobre o Teen Chat e o Chat Avenue para verificar proteção a crianças contra aliciamento, dizendo que as plataformas precisam fazer mais ou enfrentar consequências.

A Ofcom, agência reguladora das comunicações do Reino Unido, abriu uma investigação nesta terça-feira sobre o aplicativo Telegram. A apuração mira a possível presença e compartilhamento de material de abuso sexual infantil na plataforma.

A medida parte de esforços do país para reduzir a exposição de crianças a conteúdos prejudiciais na internet. A Lei de Segurança Online de 2023 aumenta normas para plataformas, mas o governo pretende avanços adicionais.

Conforme a Ofcom, evidências recebidas do Centro Canadense de Proteção à Criança indicam uso da plataforma para disseminar esse tipo de material. A agência disse ter avaliado a plataforma antes de abrir o inquérito.

O Telegram, com sede em Dubai, negou as acusações e afirma ter eliminado quase todo o material de abuso infantil desde 2018 por meio de algoritmos de detecção. A empresa também afirmouSurpresas com a investida, teme impactos maiores sobre a circulação de conteúdo protegido por privacidade.

Além do Telegram, a Ofcom abriu investigações semelhantes contra Teen Chat e Chat Avenue para verificar se protegem crianças contra riscos de aliciamento. As apurações fazem parte de uma revisão mais ampla das plataformas.

Suzanne Cater, diretora de Fiscalização da Ofcom, afirmou que as empresas precisam intensificar as medidas de proteção ou enfrentar consequências previstas pela Lei de Segurança Online. A agência mantém a vigilância sobre o tema.

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