- Portugueses e brasileiros protestaram contra a presença de Lula junto ao Palácio de Belém, em Lisboa, durante a visita do presidente ao país.
- O Chega convocou uma concentração pública com o tema de combate à corrupção, reunindo manifestantes próximos ao local.
- O núcleo do PT em Lisboa organizou um ato de apoio ao presidente brasileiro no mesmo espaço e horário.
- No auge, os dois atos somaram cerca de 300 pessoas, com protestos iniciando por volta das 12h30 no horário local.
Com a chegada de Luiz Inácio Lula da Silva ao território português nesta terça-feira, 21 de abril de 2026, portugueses e brasileiros se reuniram em Lisboa para acompanhar a passagem do presidente. O ponto de encontro ocorreu próximo ao Palácio de Belém, local de recepção oficial. Grupos diferentes organizaram ações com propostas distintas, uma de apoio e outra de oposição.
O ato de oposição foi convocado pelo Chega, partido de direita, com o tema combate à corrupção. A manifestação reuniu partidários e cidadãos próximos ao Palácio de Belém, onde Lula participou de atividades oficiais. O PT em Portugal organizou um ato de apoio ao líder brasileiro, também ao redor do mesmo local, com participação de militantes e simpatizantes.
Ao todo, os protestos tiveram cerca de 300 pessoas em seu ápice. A mobilização começou por volta das 12h30, coincidindo com a agenda pública de Lula na capital portuguesa. Entre os manifestantes, houve exibição de faixas críticas ao presidente brasileiro e imagens de Lula em vestimenta de presidiário.
Concentrações em Lisboa
O líder do Chega, André Ventura, participou da manifestação de oposição ao lado de apoiadores da legenda. O ato de apoio realizado pelo PT em Lisboa ocorreu no mesmo perímetro, com simpatizantes reunidos para demonstrar apoio ao presidente brasileiro durante a visita.
No perfil oficial do PT em Portugal, mensagens destacaram a recepção calorosa a Lula, mencionando música e celebração pela visita, associando o momento a o Dia de Tiradentes no Brasil. Vídeos registrados durante os eventos circularam nas redes sociais, sem relatos de incidentes relevantes até o fechamento desta edição.
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